São Paulo - Na corrida das drogarias para começar a vender os autotestes de Covid, o Grupo DPSP, dono das redes Pacheco e São Paulo, começou a oferecer o produto no site nesta terça (1º).
Nesta semana, acontecem os primeiros lançamentos oficiais do produto no varejo brasileiro, depois que a Anvisa autorizou a venda de autotestes no país em 28 de janeiro. Os produtos só podem ser vendidos depois que recebem o registro no órgão.
Nas lojas físicas, o DPSP diz que o autoteste começa a ser vendido a partir de sexta (4), em unidades das capitais do Rio e de São Paulo. A companhia diz ter providenciado meio milhão de unidades.
PROBLEMA
Na pressa de levar o produto ao mercado, as gigantes do varejo farmacêutico queimaram a largada ainda em janeiro, logo após a liberação da Anvisa.
As redes chegaram a colocar os autotestes à venda antes mesmo do registro dos produtos na agência reguladora, mas tiveram de recolher.
QUATRO LIBERADOS
Até o momento, a Anvisa recebeu pelo menos 70 pedidos de registro de autoteste no país.
Mais dois novos autotestes de Covid-19, incluindo o primeiro que faz uso da saliva, em substituição ao swab nasal, foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esta semana. Com isso já são quatro produtos autorizados no país. A publicação dos novos registros está na resolução Resolução-RE 605, de 24 de Fevereiro. Para obter o registro, os autotestes foram avaliados quanto à segurança, o desempenho e o atendimento aos requisitos legais exigidos.
Segundo a Anvisa, um dos principais pontos de atenção para análise dos autotestes é a usabilidade, que inclui as orientações de uso e as instruções em linguagem simples que permite a pessoa leiga fazer o uso correto do produto.