Esportes

Data foi celebrada com festival TOP Down no BTC


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Um sábado (19) de corridas, caminhadas, diversão e premiação com medalhas para 42 pessoas com down e outras características intelectuais, no Bauru Tênis Clube. O Festival TOP Down celebrou a data, que é debatida mundialmente, com atividades esportivas para que as crianças, jovens e adultos pudessem superar seus limites.

No Bauru Tênis Clube, com apoio de profissionais líderes de modalidades do diretório de Bauru das Olimpíadas Especiais Brasil e de estudantes de educação física da Faculdades Integradas de Bauru (FIB), o Festival TOP Down realizou provas de corrida de 100 metros e caminhadas de 400, 800 e 1.200 metros, para atletas acima de 8 anos, além de uma estação de atletas jovens para atividades com os futuros atletas de 2 a 8 anos de idade.

O evento foi gratuito e faz parte do projeto "Rexona - Quebrando Barreiras", com parceria das Olimpíadas Especiais Brasil. Todos os participantes receberam medalhas.

De acordo com a diretora Gabriela Gallucci Toloi , o festival foi o ponto de partida das atividades do Diretório Bauru das Olimpíadas Especiais Brasil, que realiza ações voltadas para a promoção do esporte para pessoas com deficiência intelectual e autismo na região.

Uma das pessoas com síndrome de down que participaram do festival foi Adalberto Jucelino do Carmo, que completou 46 anos na semana passada. Ele se diz satisfeito por ter participado do evento e de ter gasto energia ao lado de pessoas queridas, entre elas a mãe Maria Aparecida Santos Carmo. “Muito bacana esse evento. Deu para ver no rosto deles o quanto se divertiram. Esperamos que mais iniciativas como essa aconteçam com frequência na cidade”, disse a mãe orgulhosa.

21 DE MARÇO

A data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a inclusão e promover a discussão de alternativas para aumentar a visibilidade social das pessoas com down.

O down não é uma doença, e sim uma falha genética, que acontece na divisão celular do óvulo, que resulta em um par a mais no cromossomo 21, chamada trissomia.

No Brasil existem aproximadamente 300 mil pessoas com down, segundo dados mais recentes do IBGE. A inclusão dessas pessoas na vida escolar e profissional aumenta sua possibilidade de desenvolvimento, além de reforçar para sociedade a necessidade de respeito às diferenças, quaisquer que sejam.

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