Quero homenagear, através desta Tribuna, esta grande amiga, que Deus levou em 2019, vítima dessa doença insidiosa chamada câncer. Filha do sr. Chico Mandaliti e de dona Adélia, se tornou funcionária da multinacional onde eu trabalhava, em 1979, e, bonita, inteligente e simpática como era, se tornou querida, tendo sido inclusive o primeiro amor de meu filho adolescente na época, hoje um jovem senhor.
Seu pai, proprietário de um bar, morava em uma casa confortável, onde almoçamos várias vezes, e comíamos deliciosos bifes fritos em fogão de lenha, eu e meu filho. Seu pai foi homenageado pela nossa cidade, pois existe uma rua que leva seu nome.
Casou-se muito bem, teve dois filhos e sua lua de mel foi num hotel tradicional de nossa cidade. Em seus últimos anos de vida, era legionária de Nossa Senhora, e me convidou para também ser, presenteando-me com o Manual da Legião, o qual guardo com muito carinho...
Sua morte prematura, aos 62 anos, me surpreendeu e entristeceu, tendo ocorrido no dia do aniversário de minha irmã, 29 de novembro... Custei a acreditar e aceitar sua partida, esperançosa que estava com um novo remédio, mas Deus a levou!
Resta-me a lembrança de sua risada e me pergunto até quando essa doença vai ceifar vidas...
Impossível que tantos laboratórios ainda não descobriram um medicamento para acabar com essa doença...ou existem interesses por trás da venda de medicamentos para tratamento, internações, que não temos como saber...
Descanse em paz, minha querida e alegre amiga.