Chuva e sol, manhã nublada e tarde escaldante, um dia quente e outro refrescado bruscamente por uma massa de ar frio. Estas mudanças afetam a saúde como um todo. Em se tratando da pele, as consequências são ainda mais perceptíveis. As variações dos "humores climáticos" tornam a pele mais propensa à oleosidade e à acne. Nestas situações, é preciso defendê-la e também buscar pontos de equilíbrio para o organismo. De formas variadas, o clima afeta a sensibilidade, a hidratação e a renovação celular da pele. "Diante de altas temperaturas, a pele tende a ficar mais oleosa", observa a dermatologista Anelise Dutra. A médica afirma ainda que a secreção exacerbada das glândulas sebáceas, juntamente com sujidade da pele e impurezas do meio externo podem obstruir a saída dos folículos pilosos e causar cravos e acne. Ela destaca que as impurezas externas, advindas de poluição, também contribuem para agravar o problema. O ressecamento da pele não é exclusividade do inverno. Nos dias quentes, a exposição solar sem a devida proteção pode torná-la ressecada. Em alguns casos, a pele chega ao ponto de descamar, ressalta a médica.