Tentativas de engenharia reversa são feitas nos EUA em ufos caídos para descobrir como funcionam e reproduzir nave terrestre análoga. Isto é classificado como ultrassecreto pela CIA. Robert Scott Lazar trabalhou na seção 4 da misteriosa Área 51, Nevada. Em 1989 ele deu bombástica entrevista a George Knapp, repórter de TV em Las Vegas, Nevada. Revelou um elemento que ainda não figurava na tabela periódica. Tal elemento era altamente radioativo.
Usado por alienígenas como fonte de energia para os ufos. Lazar foi demitido e reputado pelos militares como "persona non grata". Mas ele não foi uma voz isolada. Em 1996, Bob Oechsler, perito em robótica e ex-funcionário da Nasa, mostrou uma gravação telefônica entre ele e o almirante Bobby Ray Inman (que serviu como ex-diretor na Agência de Segurança e ex-diretor na CIA) indagando se haveria chances de ufos guardados na seção 4 pudessem ser liberados para pesquisas tecnológicas independentes.
Inman disse que há uns 10 anos a resposta dele seria "não". Mas cria que agora havia a possibilidade de ser um "sim", dado por quem de direito. Porque o assunto agora estaria ficando mais aberto ao público. Em 2004 o elemento sem nº, supracitado, foi confirmado em conjunto por cientistas russos e americanos.
Em 28/9/2013, uma universidade sueca ratificou a pesquisa de russos e americanos. O elemento recebeu o nº 115 na tabela periódica. Pesquisas sigilosas sobre propulsão gravitacional e antigravitacional ligadas ao elemento 115 prosseguem a todo vapor.