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Estupros podem ser mais de 30; delegada ouve mulheres

Agência Brasil
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Rio de Janeiro - A delegada Bárbara Lomba, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, no Estado do Rio de Janeiro, começou a ouvir nesta quinta-feira (14) duas mulheres que também fizeram partos no domingo passado (10), com a presença do anestesista Giovanni Quintella Bezerra, de 31 anos, indiciado por estupro de vulnerável.

A investigação suspeita ainda de que mais de 30 mulheres também fizeram partos com a presença do médico sofreram abuso, desde que ele concluiu a formação profissional em abril.

Ele foi preso em flagrante na madrugada de segunda-feira (11), após a polícia ter acesso a um vídeo feito por profissionais da equipe que atuou na cirurgia de uma grávida, no domingo. As imagens mostram que o anestesista estuprou a mulher durante a cesariana no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.

As duas mulheres ouvidas nesta quinta-feira estão entre as cinco que identificaram o médico como o profissional que realizou a anestesia durante as cirurgias. Outras três já prestaram depoimento.

A delegada Bárbara Lomba disse, ainda, que a vítima que sofreu o estupro mostrado no vídeo tomou um coquetel anti-HIV, conforme o protocolo para pessoas que sofrem violência sexual (leia abaixo).

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