Regional

HAC de Jaú discute câncer de cabeça e pescoço


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Jaú - O Hospital Amaral Carvalho (HAC) de Jaú (47 quilômetros de Bauru) promove na próxima quarta-feira (27), das 19h às 21h, na sede do Ciesp, localizada na rua Luiz Brancaglion, 20, o evento "Câncer de Cabeça e Pescoço: prevenção, diagnóstico precoce e sequelas". O encontro, que é gratuito, integra a programação da campanha Julho Verde, voltada à prevenção do câncer nessas regiões. As vagas são limitadas e, para se inscrever, os interessados devem enviar nome completo para o e-mail recepcaosus.raquel@amaralcarvalho.org.br até o dia 25 de julho.

De acordo com o HAC, esses tumores são caracterizados por atingirem boca, nariz, seios nasais, orofaringe, laringe, pescoço, tireoide, couro cabeludo e pele do rosto e estão entre os mais incidentes entre brasileiros. O hospital ressalta que o evento é uma oportunidade de debater os sintomas, fatores de risco, prevenção e tratamento dos principais tipos de câncer nas regiões da cabeça e pescoço e discutir sequelas emocionais e fonoaudiológicas que o diagnóstico e tratamento da doença podem causar nos pacientes.

"Alguns pacientes enfrentam dificuldades para tarefas simples, como mastigar, deglutir, respirar. Além disso, alguns se excluem de atividades sociais após serem submetidos a cirurgias no rosto, por exemplo. Precisamos lidar com essas questões e oferecer auxílio para esses pacientes", explica a fonoaudióloga do HAC, Renata Furia Sanchez. Além dela, participam do evento os cirurgiões de cabeça e pescoço Afonso Javaroni e Martina Iavarone, o cirurgião bucomaxilofacial Giovane Furlanetto, a endocrinologista Gabriela Romano de Oliveira e a psicóloga Luciana de Carvalho Amaral.

LANÇAMENTO

Durante o evento, será lançado novo formato do Programa de Prevenção do Câncer de Boca do HAC, que passa a atender, a partir de 1 de agosto, pacientes com suspeita da doença.

Todas as segundas-feiras, o ambulatório estará aberto das 8h às 11h para receber pessoas com alguma lesão suspeita que desejem passar por avaliação.

Antes, o atendimento inicial era feito nos postos de saúde, que encaminhavam o paciente até o HAC.

"Dessa forma, agilizamos o início da investigação e conseguimos diagnosticar lesões em estágios iniciais e começar o tratamento", explica o responsável pelo programa no HAC, Giovane Furlanetto.

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