Rio de Janeiro - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou habeas corpus pedido pela defesa do cirurgião plástico equatoriano Bolívar Guerrero Silva. O profissional está preso desde segunda (18), acusado de manter uma paciente em cárcere privado, por um mês, como forma de ocultar seu estado após procedimentos estéticos no abdômen e nas mamas.
O TJ não viu ilegalidade na prisão do médico. Também considerou devidamente fundamentada a prorrogação da prisão temporária, determinada na quinta-feira (21) pela juíza Priscilla Macuco Ferreira, que está à frente do caso.
Segundo a acusação, Daiana Chaves de 35 anos apresentou sequelas no abdômen e vinha pedindo a transferência por entender que corria risco de morte, com feridas abertas. O médico negou todos os pedidos, que só foi atendido na Justiça.