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Bons tempos de outrora

Roberto 'general' Macedo
| Tempo de leitura: 1 min

Muitos jovens de hoje nem imaginam como certos objetos ou produtos foram importantes a seus pais e avós nos bons e velhos tempos. Quem não se recorda do velho despertador nos acordando todas as manhãs?

Até colocávamos uma panela sobre ele para tocar mais alto e não perdermos a hora. Nossas mães e avós usavam bobs e grampos nos cabelos e os encrespavam com a famosa "permanente". Ter um diploma de datilografia era motivo de orgulho e garantia de bom emprego por "bater" 120 palavras por minuto na reluzente Remington.

Que conquista para uma família ter em sua estante rústica uma Enciclopédia da Barsa ou uma Bíblia Sagrada comentada. Vídeo cassete era luxo, lembro que até "Consórcio informal" fazíamos para adquirir um deles "importado" do Paraguai.

TV era preto e branco que funcionava precariamente com uma antena gigante instalada no telhado ou interna com um Bom-Bril na ponta e, para colorir, a imagem colocávamos um papel celofane colorido. Nossa primeira barba foi em um aparelho que se abria no cabo para colocar a "perigosa" gilete.

Muitas outras coisas se tornaram obsoletas, mas deixaram saudades. Cabines telefônicas movidas a fichas e cartões, Penicos, fax, pager, disquetes, bola de capotão, pião, LPs e compactos duplos e simples,

Vitrola portátil, radinho de pilha, suspensórios, toca-fitas de gaveta, keds, relógio de bolso, Japonas e muitas outras coisas sempre muito úteis.

A modernidade traz facilidades, mas as boas lembranças ficam para sempre. Portanto, meus jovens, curtam muito as coisas "modernas" de hoje, pois daqui a muitos anos vocês estarão como nós... recordando com saudades de tudo que usamos e virou passado.

O autor é colaborador de Opinião.

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