No BTG, a oferta de criptomoedas começou no último dia 16 de agosto, por meio do lançamento da plataforma de criptoativos Mynt. Estão disponíveis na Mynt as criptomoedas Bitcoin, Ether, Solana, Polkadot e Cardano, com aporte mínimo de R$ 100.
Chefe da área de "digital assets" do BTG Pactual, Andre Portilho afirma que a seleção das cripto ofertadas considerou, em primeiro lugar, a relevância do Bitcoin dentro do ecossistema, e, no caso das outras quatro, a seriedade no desenvolvimento dos projetos e o potencial de criação de novos negócios permitido por meio dessas plataformas. "O potencial que vemos para o futuro da tecnologia cripto é o de mudar os trilhos por onde caminham as transações da indústria financeira, e, eventualmente, de outras indústrias também", afirma Portilho.
Ele diz que é preciso separar a volatilidade nos preços dos mercados, influenciada por fatores macroeconômicos alheios ao universo das criptomoedas, como os juros nos EUA, do potencial que a tecnologia poderá trazer como meio de desintermediação das negociações financeiras. "A gente acredita que tem uma demanda por essa nova classe de ativo."