O título foi retirado da novela da Globo, de Cassiano Gabus Mendes, de alguns anos atrás, assim como também pensei no ditado português "Rei morto, rei posto". E até no hit da banda inglesa The Smiths "A rainha está morta", que questionaria legitimidade da monarquia parlamentarista britânica.
Mas tudo que eu imaginei ou relembrei, foi por conta da ida do presidente Bolsonaro ao "velório" da monarca britânica, a rainha Elizabeth II.
Que foi mostrado exaustivamente pelas TVs e outras mídias, fato lá, que até teria sua relevância.
Mas que para nós ou outros países que não fazem parte da Grã-Bretanha, e que me perdoem os súditos da rainha pela falta de cultura, mas não temos muito a ver com isso.
Porém, sem a intenção de desrespeitar o luto deles e dos familiares, do seu povo, e a sua cultura monarquista.
E foi também por isso que estranho e questiono também a atitude do presidente ao ir nesse "evento".
E ainda me lembrei, "não sei bem por que", do presidente dizer que não era coveiro.
Isso mediante as milhares e milhares de morte das vítimas da Cavid-19, quando cobrado para que agisse com mais rapidez, respeito, responsabilidade e eficácia no combate a pandemia.
Sim foi ele além de prestar homenagens à rainha morta, fez feio novamente.
Ao fazer campanha política e com os seus apoiadores, desrespeitou o luto alheio, causando baderna em momento delicadeza.
Não contente, o presidente foi discursar na ONU, em Nova York, e lá deu a versão do seu governo.
Mesmo tendo o mundo todo sabido, que não foi, ou está sendo, nada do que ele afirmou em seus mandos e desmandos em terras brasileiras, em vários segmentos, e o ecológico é o que mais causa danos à imagem "chamuscada", isso para não dizer "carbonizada", visão via satélite ou a olhos nus, do nosso país pelo mundo afora.