Veja só. Às vezes somos surpreendidos com ocorrências que são boas e outras nem tanto. Dia desses, por exemplo, recebi em meu celular a mensagem de uma querida amiga [Mônica Delicato], onde ela me dizia que desejava tomar um café na minha companhia.
Após, aproximadamente, uns 20 anos sem nos vermos, nem hesitei em aceitar alegre convite. Pois não é que nessa semana nos encontramos, e foi na companhia do seu simpático esposo, o José Antonio, que colocamos parcialmente alguns assuntos em dia. Tipo: sobre o clima de Portugal e outros assuntos não tão prazerosos, como o das campanhas eleitorais brasileira.
Esse encontro, posteriormente, me levou a uma reflexão. Ao fato de um bom tempo sem nos ver. Gera saudades. Tipo, aquelas em que o tempo leva e não nos devolve mais. Quando eu e Mônica nos conhecemos, eu estava com aproximadamente 11 anos de idade. Trouxemos na memória o tempo bom em que eu trabalhava com o pai dela, o saudoso Aureo Delicato, esposo da Dona Neuza - meus queridos amigos.
Ao término do nosso encontro, algo mexeu com a minha caixa de recordação. Refleti sobre a importante necessidade de se fazer encontros com os amigos. Encontrar os amigos que "ainda" estão perto de mim, que não os vejo há anos, mesmo ainda estando morando na mesma cidade.
Ora, pois, refletindo de maneira bastante suave. "Preciso dar fé aos valores individuais, compreender e enfatizar que a Vida tem Graça, quando essa Graça está selada com o comprometimento, exclusivamente, pessoal. Em interagir com os amigos que sempre fizeram parte da minha vida. E que ela, a Vida, só estará repleta de Graça com a presença deles! Entrementes, a Vida só tem Graça quando de fato compreendo o significado dessa Graça!"