Regional

Mãe de César Tralli é uma das vítimas de queda de hidroavião

Lilian Grasiela e FolhaPress
| Tempo de leitura: 2 min

A mãe do jornalista César Tralli, Edna Vantini Tralli, de 74 anos, é uma das vítimas fatais da queda de um hidroavião na Represa de Jurumirim, em Paranapanema. Conforme o JCNET divulgou, o acidente aéreo foi registrado na tarde deste domingo (9). O piloto da aeronave, Euclides Brosch, de 78 anos, que seria companheiro dela, também morreu.

Segundo registrado pela Polícia Civil, o avião anfíbio ocupado pelo casal ficou com a parte dianteira completamente destruída. Policiais militares relataram que foram acionados às 16h14 para atender uma ocorrência de queda de aeronave na represa de Jurumirim.

Chegando ao local, os PMs avistaram o corpo de Brosch e constataram que o de Edna estava preso às ferragens do hidroavião, a cerca de 700 metros de distância da margem da represa. A aeronave de pequeno porte, modelo Super Petrel LS100, possui dois lugares.

No boletim de ocorrência, consta que não foram identificados casos de ventania ou tempo ruim na região. O documento policial aponta que o tempo estava "bom", com sol e "boa visibilidade". As águas da represa também estavam calmas.

De acordo com os bombeiros, não se sabe o horário exato da queda. Além de equipes de Avaré, atuaram na ocorrência equipes do Corpo de Bombeiros de Itaí.

As circunstâncias em que o acidente ocorreu serão investigadas pela Polícia Civil. Até o momento, a polícia não sabe se o hidroavião estava com a documentação em dia, se contava com plano de voo e quais os locais de partida e destino.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi comunicada sobre o acidente. O caso foi registrado na Delegacia de Taquarituba como homicídio culposo, ou seja, quando não há a intenção de matar.

Em uma rede social, a apresentadora Ticiane Pinheiro, nora de Edna, lamentou a morte. "Vá em paz, sogrinha. Já estou com saudades do seu abraço, do seu carinho, das nossas conversas e do seu amor. Te amarei para sempre", compartilhou.

Até o fechamento desta edição, não havia informações sobre o sepultamento das vítimas. O velório de Edna ocorreu em São Paulo e, o de Brosch, em Jundiaí.

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