Cadillac Escalade da frota de luxo de Deolane foi apreendida
Uma frota de carros importados da influenciadora Deolane Bezerra foi apreendida nesta quinta-feira (21) em operação da Polícia Civil com o Ministério Público. O conjunto é avaliado em mais de R$ 8 milhões.
Deolane foi presa sob suspeita de envolvimento com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A lista de carros sequestrados judicialmente pela polícia inclui modelos como Range Rover, Cadillac Escalade e Mercedes-Benz AMG G63.
Alguns destes veículos, como o Cadillac Escalade, estão indisponíveis para o público brasileiro e só podem ser trazidos por meio de importadores independentes. O modelo é avaliado em mais de R$ 2,5 milhões.
Já o Mercedes-Benz AMG G63 pode chegar a R$ 4 milhões com customizações e só vem para o país em pequenos lotes providenciados pela montadora alemã. O preço padrão oferecido pela Mercedes-Benz é de R$ 2,1 milhões.
O Range Rover também é um carro exclusivo, sendo considerado um dos SUVs mais luxuosos do mundo.
A operação resultou no decreto de seis prisões preventivas, no bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões, no sequestro de 17 veículos, incluindo a frota avaliada em mais de R$ 8 milhões, e de quatro imóveis vinculados aos investigados.
De acordo com as investigações da Polícia Civil a influenciadora fazia parte de um esquema de lavagem de dinheiro do PCC, funcionando como pivô da operação.
O advogado Rogério Nunes, que defende Deolane, disse que assim que conhecer os detalhes do caso vai se manifestar.
Já a irmã da influencer, Daniele Bezerra, que também é advogada, se manifestou nas redes sociais.
"Hoje, mais um vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão de Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que já se repetem há tempos", diz a familiar e advogada.
A irmã continuou, dizendo confiar na justiça e que as acusações se baseiam em narrativas falsas.
"Quem conhece a história, a luta e a trajetória dela sabe que existe uma diferença enorme entre fatos e narrativas criadas para alimentar ataques. Seguiremos confiando na verdade, na Justiça e no direito de defesa, porque perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome", afirmou.
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