JARDIM FLORESTAL

Emeb João Luiz de Campos incentiva descarte correto de óleo

Por Redação | Prefeitura de Jundiaí
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação / Prefeitura de Jundiaí
Alunos da Emeb Professor João Luiz de Campos percorrem o Jardim Florestal para conscientizar moradores sobre o descarte correto do óleo de cozinha
Alunos da Emeb Professor João Luiz de Campos percorrem o Jardim Florestal para conscientizar moradores sobre o descarte correto do óleo de cozinha

Alunos da Emeb Professor João Luiz de Campos têm percorrido o Jardim Florestal para orientar moradores sobre o descarte correto do óleo de cozinha usado. A ação integra uma campanha que une aprendizado em sala de aula e mobilização comunitária.

Com o lema “Descarte certo! Com o apoio de todos podemos cuidar do nosso planeta”, a iniciativa destaca que um litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água. A campanha acontece em duas etapas: primeiro, os estudantes visitam as casas para conscientização; depois, retornam para recolher o material.

Nesta semana, foram arrecadados 41,7 litros de óleo. Em março, a campanha já havia somado 66 litros, evidenciando o engajamento da comunidade e escola . O ponto de coleta funciona na própria escola, na rua Padre Pio Bruno Lantieri, nº 50.

A professora responsável pelo projeto, Maria Edvânia de Oliveira Silva, explica que a ação está alinhada ao tema sustentabilidade do Plano Político-Pedagógico (PPP) da unidade, dentro do programa Escola da Gente, da Secretaria Municipal de Educação (SME). “Começamos  a trabalhar desde o início do ano o impacto do descarte incorreto do óleo de cozinha na natureza e como os alunos podem ser agentes transformadores dentro da escola e da comunidade”, afirma.

Além do impacto ambiental, a iniciativa contribui para o desenvolvimento pedagógico, com produção de conteúdos, palestras e até um podcast.

O óleo arrecadado é destinado de diferentes formas ao longo do ano. Nos meses de março e agosto, o material é encaminhado ao projeto “Óleo do Bem”, com troca por barras de sabão. Nos demais meses, o óleo coletado é destinado a uma empresa parceira, e os recursos obtidos são revertidos para a Associação de Pais e Mestres (APM), apoiando melhorias na escola.

Para os alunos, a experiência tem sido significativa. A estudante Eduarda Sofia da Silva fala sobre a atividade. “Aprendemos que não se pode jogar óleo na natureza, porque prejudica os animais e faz mal para todo mundo. É muito bom participar, porque estamos ajudando.” Já Talita Antônio Basso, de 10 anos, reforça o aprendizado. “Explicamos para as pessoas que o óleo pode matar os animais se for jogado nos rios. O certo é guardar em uma garrafa pet e trazer para a escola.”

A mobilização também envolve os moradores. A aposentada Maria Helena Keller, que doou cerca de 20 litros. “É importante, ajuda bastante o meio ambiente. A família toda acaba participando também.”

A campanha seguirá ao longo do ano, com visitas periódicas ao bairro, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade e incentivando práticas sustentáveis.

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