AQUECIMENTO

De olho no faturamento, comércio já entra no clima da Copa

Por Felipe Torezim | Jornal de Jundiaí
| Tempo de leitura: 2 min
Samuel Silva/JJ
Maria Eduarda crê que presença de Vinícius Jr. na seleção pode atrair consumidores
Maria Eduarda crê que presença de Vinícius Jr. na seleção pode atrair consumidores

Enquanto o técnico Carlo Ancelotti entra na reta final e realiza os últimos ajustes na seleção Brasileira de olho na próxima Copa do Mundo, comerciantes de Jundiaí já começam a preparar as suas vitrines para conquistar os consumidores e torcedores. Camisetas verde e amarelas, chinelos e acessórios começam a ocupar espaço nas lojas, dando início a um período tradicionalmente movimentado para o varejo. As camisas, vale dizer, não são oficiais e por isso são encontradas a partir de R$ 20. As ‘amarelinhas’ que ofuscam os olhos devem chegar em breve às vitrines, mas pela internet o preço oscila entre R$ 500 e R$ 700. 

Segundo Josineudo Rodrigues Nunes, gerente de uma loja de roupas no Centro, o movimento ainda é inicial, mas a expectativa é de crescimento nas próximas semanas. A antecipação na vitrine faz parte de uma estratégia. “As camisetas estão chegando, assim como chinelos da Copa e itens do Brasil. Está começando a aquecer agora, mas em todas as edições costumamos fazer as decorações para atrair a atenção do público.”

Josineudo Rodrigues projeta crescimento baixo, mas garante que vale apostar em produtos

Mesmo com um cenário de menor empolgação em comparação a edições anteriores, o apelo do torneio segue forte e a expectativa, segundo ele, é de um crescimento de cerca de 5% em relação à última Copa do Mundo e até 10% na comparação com meses comuns. “A proximidade com o inverno também pode ajudar nas vendas, impulsionando itens como moletons, que devem chegar em breve às prateleiras. As camisetas variam entre R$ 38 e R$ 45, e também há toalhas temáticas disponíveis’, adianta.

Em outro comércio de itens variados no Centro, a vendedora Maria Eduarda Neves dos Santos diz que o clima da Copa já começa a despertar o interesse dos clientes. A expectativa dela é de um crescimento mais tímido, de cerca de 3% em relação à última Copa. “Os produtos estão chegando e já temos camisetas e também vamos receber acessórios como buzinas e carrinhos”, conta ao lembrar que há camisetas a partir de R$ 20. 

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