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UNIP investe em formação prática e integrada no curso de Medicina

Por Da redação | OVALE BrandStudio
| Tempo de leitura: 3 min

A formação médica vai além do conteúdo teórico ministrado em sala de aula. Ela envolve vivência prática, contato com diferentes realidades do sistema de saúde e compreensão do papel social da profissão. Com essa proposta, a Universidade Paulista – UNIP estruturou seu curso de Medicina priorizando a integração entre teoria e prática desde os primeiros anos da graduação.

O curso está presente nos campi de Alphaville, Campinas, São José do Rio Pardo e Sorocaba e foi concebido para inserir o estudante em serviços reais de saúde ao longo do processo formativo. A atuação ocorre por meio de parcerias com hospitais, redes públicas, instituições privadas e secretarias municipais, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais.

Reconhecimento institucional

Em 2025, a UNIP registrou avanço no QS World University Rankings, um dos principais indicadores internacionais de ensino superior, ao subir quinze posições em relação à edição anterior. No recorte das instituições particulares confessionais brasileiras, a universidade figura na primeira colocação.

De acordo com a instituição, o desempenho reflete indicadores como reputação acadêmica, empregabilidade, empreendedorismo e internacionalização, considerados no ranking. O curso de Medicina segue o mesmo modelo acadêmico adotado nos demais programas de graduação e pós-graduação da universidade.

Infraestrutura e metodologia

A estrutura do curso inclui laboratórios voltados ao ensino médico, bibliotecas físicas e digitais com acervo atualizado e acesso à plataforma UpToDate, utilizada como suporte à decisão clínica em diversos países. Os ambientes de simulação contam com recursos que permitem o treinamento de habilidades técnicas em cenários controlados, antes do contato direto com pacientes.

O projeto pedagógico é organizado a partir de um currículo baseado em competências, com uso de metodologias ativas de aprendizagem. O desenvolvimento do raciocínio clínico ocorre de forma progressiva, com acompanhamento docente e aumento gradual da responsabilidade do estudante ao longo da graduação.

Articulação com a rede de saúde

Segundo o professor doutor Cristiano Baldan, diretor administrativo do curso de Medicina, o planejamento da graduação foi estruturado de acordo com os parâmetros exigidos pelos órgãos reguladores. “Os convênios necessários estão firmados, e os requisitos para estágios e residências foram atendidos conforme as normativas vigentes”, afirma.

Ele destaca a importância da diversidade de cenários de prática na formação médica. “Desde o início, houve articulação com instituições públicas e privadas de saúde. A proposta é que o aluno tenha contato com diferentes contextos de atendimento, o que contribui para uma formação mais ampla e contextualizada”, explica.

Formação e atividades de extensão

A consolidação do curso também é acompanhada pela vice-reitora de Administração e Finanças da UNIP, professora doutora Claudia Andreatini. Para ela, o rigor acadêmico é um dos eixos centrais da graduação. “O curso foi estruturado para que o aluno desenvolva segurança na aplicação dos conhecimentos ao longo da formação”, afirma.

A professora destaca ainda as atividades de extensão universitária, que integram o projeto pedagógico. Um dos exemplos foi a participação de estudantes em uma ação de saúde no Instituto Mondó, no Pará, voltada ao atendimento de comunidades fora dos grandes centros urbanos. A experiência proporcionou contato direto com diferentes realidades de cuidado em saúde.

Proposta formativa

O curso de Medicina da UNIP foi concebido para integrar teoria e prática ao longo da graduação, com metodologias de ensino alinhadas às diretrizes nacionais e infraestrutura voltada ao ensino médico. A proposta formativa busca oferecer ao estudante condições adequadas para o desenvolvimento de competências clínicas, técnicas e éticas exigidas pela profissão.

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