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Polícia prende homem com Mounjaro e produtos ilegais na BR-153

Por Wesley Pedrosa | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Polícia Rodoviária Federal
Carga sem nota incluía medicamentos, anabolizantes e celulares
Carga sem nota incluía medicamentos, anabolizantes e celulares

Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante uma abordagem na Rodovia Transbrasiliana (BR-153), em São José do Rio Preto, nesta quarta-feira (21). Ele viajava em um carro com outros dois ocupantes e transportava medicamentos, anabolizantes e aparelhos eletrônicos sem documentação fiscal.

Durante a fiscalização, os agentes localizaram 104 ampolas de tirzepatida, substância ativa do medicamento Mounjaro, além de dois frascos de anabolizantes, produtos voltados ao emagrecimento e sete celulares, todos sem comprovação legal de importação. O veículo havia saído de Foz do Iguaçu e era ocupado por dois moradores de Ribeirão Preto e um residente no município paranaense.

Inicialmente, no porta-malas, foram encontrados itens aparentemente regulares, como celulares, um notebook, tablets e dezenas de garrafas de vinho. No entanto, diante do nervosismo dos ocupantes, os policiais decidiram conduzir o carro até a base da PRF, onde uma vistoria mais detalhada revelou os produtos irregulares.

Os envolvidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal. Dois deles foram liberados após o pagamento de fiança, enquanto o terceiro permaneceu preso, após assumir a propriedade da maior parte do material apreendido.

Toda a mercadoria apreendida foi retida pela polícia e permanece à disposição da Justiça.

Alerta sobre o uso do Mounjaro sem prescrição

Especialistas alertam que o uso da tirzepatida (Mounjaro) sem acompanhamento médico pode representar sérios riscos à saúde. O medicamento é indicado para situações específicas e pode causar efeitos adversos como náuseas intensas, hipoglicemia, distúrbios gastrointestinais, alterações metabólicas e sobrecarga no pâncreas. Além disso, a compra de produtos sem procedência aumenta o risco de falsificação, dosagem inadequada e contaminação, o que pode agravar quadros clínicos e levar a complicações graves.

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