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Motorista de app teria sido morto por facção no Vale, apura Deic

Investigações da Polícia Civil apontam que motorista de aplicativo de Taubaté teria sido morto por membros de uma organização criminosa, que teria ocultado o corpo

Por Da redação | 23/05/2024 | Tempo de leitura: 2 min
Taubaté

Reprodução

Deic de Taubaté está investigando o desaparecimento do motorista
Deic de Taubaté está investigando o desaparecimento do motorista

Investigação da Polícia Civil aponta que um motorista de aplicativo desaparecido no Vale do Paraíba teria sido morto por uma facção criminosa e teria o seu corpo ocultado. O caso está sendo apurado pelo setor de homicídios da Deic (Delegacia Especializada de Investigações Criminais) de Taubaté, que nesta segunda-feira cumpriu dois mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão, determinados pela Justiça. 

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De acordo com a polícia, o sumiço do motorista está registrado como desaparecimento, "sendo que as investigações indicam que, em verdade, trata-se de um suposto homicídio com ocultação de cadáver". "A vítima, que realizava trabalho de motorista de aplicativo, supostamente teria sido morta por integrantes de facção criminosa, face à desavença na coleta de valores referentes à mercância das drogas em pontos diversos de tráfico", diz a polícia.

Ao longo da investigação, foram identificadas dois suspeitos de envolvimento no desaparecimento do motorista, sendo solicitada à Justiça a concessão dos mandados de busca e prisão de ambos, além de autorização para a varredura em outros endereços em Taubaté, atrás de pistas.

OPERAÇÃO.

Durante o cumprimento dos mandados, nesta quarta-feira, um dos procurados foi capturado. Ele havia instalado um sistema de câmeras de monitoramento em seu imóvel e, ao ver a chegada da polícia, tentou se desfazer de "grande quantidade de substância de cor branca", jogando-a no box do banheiro e na pia da cozinha. O suspeito foi preso quando tentava se livrar do material.

No imóvel, a polícia encontrou uma pistola 9mm, que estava encaixada em um buraco no colchão, onde o suspeito dormia. Ao lado das armas, estavam carregadores e cápsulas deflagradas. A arma está registrada em nome da esposa dele, que é CAC e apresentou o documento da pistola. Na residência foram achados pedaços de maconha, além de embalagem usada para embalar droga, balança de precisão e aparelhos celulares.

Foi constatado que o segundo suspeito, que também teve a prisão decretada pela Justiça, já havia sido capturado recentemente em Caraguatatuba. De acordo com a polícia, as pistas colhidas no cumprimento dos mandados vão ser analisadas, para esclarecer o desaparecimento do motorista de aplicativo.

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