Não importa o idioma, nem a pronuncia, mas simplesmente o significado que essa palavra exprime e o potencial de sentimentos quando personificada na figura da mulher que deu à luz ou criou filhos.
"Meu bebê" - Com esta frase dita há poucos dias da concepção ou da notícia da gravidez, inicia-se uma relação simbiótica e de cuidados, inicialmente por meio de conversas, cantigas, e tudo que couber no seu imaginário, como se o bebê já estivesse no seu colo. Decorre então uma relação de confiança e mutualidade eternas.
Daí por diante, vem a separação física, a convivência e experiência em um meio ambiente comum. O EU biológico, psicológico e social do bebê começa a ser desenvolvido e passa a distinguir das características pertencentes à mãe. Com vida própria e um mundo a frente o bebê vai desenvolver e explorar seu novo mundo, agora sem a proteção, a escuridão, o calor que o aconchegava até então.
Ocorre que tanto para mãe quanto para o filho, uma vez construída a relação simbiótica essa irá prolongar-se por toda a vida, sendo isto que possibilitará que seja eternizada a figura da mulher mais querida por todos nós, nossa Mãe!!!
Estar sob sua supervisão, buscar seu colo nos momentos difíceis, alimentar-se de suas refeições, sentir o seu calor, são sentimentos insubstituíveis, afinal foi assim desde o primeiro segundo de nossas vidas. Por isso, no dia em que se comemora o seu dia nada mais realizador ao EU biológico poder senti-la com saúde, ao EU psicológico nutrir seu afeto e carinhos, ao EU social poder brindá-la em família e entre amigos e ao EU espiritual poder sentir sua energia e vibrações.
Por tudo isso vale declamar - Ela é a dona de tudo / Ela é a rainha do lar / Ela vale mais para mim / Que o céu, que a terra, que o mar. Ela é a palavra mais linda/ Que um dia o poeta escreveu/ Ela é o tesouro que o pobre/ Das mãos do Senhor recebeu.
Paulo Augusto Leite Motooka é coronel da PM
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