Vamos discutir a igualdade! Existe a igualdade verdadeira, e existe a “igualdade relativa”, criada pelos socialistas que escreveram nossa constituição de 1988, que impede o enriquecimento da Nação.
O tal “princípio da isonomia de igualdade” criado por Ruy Barbosa, defendido por Sociais Democratas e Sociais Trabalhistas, não passou de um devaneio populista! Tentar oferecer resultados iguais para quem a vida deu capacidades diferentes é o mesmo que tentar dizer que Deus errou ao capacitar as pessoas diferentemente. Mas no discurso, isto fica bonito, pois aparecem termos que o todo bom romântico adora ouvir, a tal Justiça Social. Esta é a parte que se vê. Já o que não se vê é a parte que nenhum político conta.
Para se “dar gratuitamente” algo para alguém, o Estado toma uma parte de quem produz mais e ganha mais para repassar para quem produz menos e ganha menos. O Estado tira parte do sucesso daquele que tem maior resultado para dar àquele de menor resultado. Isto até parece justiça, mas nada mais é que bonificar a ineficiência.
Imagine-se ter dois filhos, sendo que ambos gastam o mesmo tempo estudando e um sempre tira dez e o outro sempre tira cinco. Você começa a punir o seu filho que tira nota alta, por não achar justa a diferença de resultados. Ao punir o filho que tira notas altas, o que o garoto faria? Diminuiria o tempo de estudo para aproveitar melhor a vida. Fato contínuo, o outro iria reclamar que a vida não é justa, pois o irmão mais inteligente pode passar o dia brincando enquanto ele tem que passar o dia estudando. Fora isto, as notas do irmão mais inteligente cairão cair para níveis que se igualem ao do menos produtivo.
Este é o resultado que não se vê: a quantidade de riqueza desperdiçada, pois esse irmão mais inteligente poderia se tornar um empresário de sucesso, mas será apenas mais um preguiçoso.
Tributar a renda de uma pessoa é justamente desanimar uma pessoa a produzir tanta riqueza quanto ela possa! Por isso afirmo, igualdade só existe se pagarmos o mesmo valor para recebermos o mesmo tratamento da Justiça. Liberalismo é isso: Liberdade e Justiça como únicas obrigações do Estado, e nada mais!
Rodrigo Andolfato é membro do Ilan
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