Cultura

Das salas de aula à escrita

Por Redação |
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Ao se aposentar da vida acadêmica, em 2016, o dentista e professor Miguel Carlos Madeira, atualmente com 81 anos, se divide entre seus hobbies, principalmente na leitura e escrita de suas crônicas. "Sempre preenchi meu tempo com muito trabalho, mas depois de me aposentar, me sobrou um espaço para fazer o que mais gosto: ler e escrever."

Formado pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, começou a lecionar a disciplina de Anatomia na Faculdade de Odontologia da Unesp Araçatuba, em 1962, onde permaneceu até o final de 1992, quando se aposentou. Mas ficou somente um mês parado. Em 1993, começou a dar aulas na Faculdade de Odontologia de Lins, Unimep, e depois pelos cursos de Fisioterapia, Enfermagem e Terapia Ocupacional, no Unisalesiano, em Lins.

"Hoje, estou no final de um livro científico de 561 páginas, chamado 'O Cérebro Triúno'. Enquanto leio, dou umas paradas para intercalar com outras atividades, dentre elas a redação do que me vem à cabeça, seja a partir do livro, seja a recordação de fatos ou acontecimentos variados."

Crônicas

Madeira usa seu tempo livro para escrever suas crônicas, momentos que aconteceram com ele e estão guardados em sua memória. "Até meus 81 anos atuais, minha vida tem sido de muito vigor, ânimo e vitalidade nas relações com pessoas e com o mundo. Desta forma, uma vida ativa proporciona muitas recordações. Lembrar não é reviver, mas refazer, reconstruir, repensar com imagens de hoje as experiências do passado", destaca.

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