O que você faria caso esquecesse seu celular na casa de um conhecido na hora do almoço? E se fosse fazer uma viagem e descobrisse que aquele local paradisíaco, no meio do nada, não tem conexão com a internet?
Voltaria correndo até a casa do amigo para pegar o aparelho mesmo que tenha que ficar algum tempo com fome e incomodar a família ou almoçaria tranquilamente, arrumaria um jeito de entrar em contato, e marcaria um horário para ir buscar o celular?
E no caso da viagem, amaria saber que “ninguém” vai te importunar ou escolheria um outro destino?
O livro dos avanços da humanidade e a integração mundial possibilitada pela internet, ganha um novo capítulo: os “viciados” em conexão, uma doença tecnológica, chamada de nomofobia.
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