Equipes das secretarias municipais de Segurança (Guarda Civil) e de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Araçatuba continuam com os flagrantes de pessoas fazendo descarte irregular de lixo e de outros objetos inservíveis em vias públicas. Operação iniciada na semana passada tem por objetivo identificar e punir quem pratica esses atos. Até ontem foram abordadas 50 pessoas.
Após o flagrante, guardas municipais colhem os dados e transmitem à Secretaria de Meio Ambiente, responsável por avaliar, individualmente, quais situações caracterizam crime ambiental. Em caso positivo, são acionados Ministério Público e Polícia Civil.
De acordo com a pasta, a maior parte dos casos não foi identificada como crime ambiental, mas todos são passíveis de multa conforme o Código Municipal de Postura nº 1.526, de 2 de abril de 1971. Os dados são transmitidos ao setor de Fiscalização de Obras e Posturas da Secretaria Municipal da Fazenda para procedimento de multa.
Nesta semana, a equipe detectou dois novos locais em que pessoas estão fazendo descarte irregular: final da avenida Manoel Martins Guerra, próximo ao bairro Água Branca II e rua Goulart, no bairro Santa Luzia. As fiscalizações ocorrem em horários indefinidos. Os flagrantes mais recentes também aconteceram nos bairros Concórdia, Água Branca, Vila Alba, Traitu, Lago Azul e Iporã.
ECOPONTOS
A Prefeitura de Araçatuba disponibiliza três ecopontos, locais adequados para descarte de entulho, podas de árvores e outros materiais: o recém inaugurado, no bairro São José e nos bairros Lago Azul e Claudionor Cinti. Em algumas semanas, um novo será inaugurado na região do antigo Country Club.
A gestão municipal pede ajuda para manter a cidade limpa. Estão disponíveis os telefone 153, da Guarda Municipal (24 horas) e 3607.6550, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade. A Polícia Ambiental também atende a este tipo de demanda por meio do telefone 3622.1250.
(Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Araçatuba)
Fale com o Folha da Região!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.