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Pedreiro é morto a facadas e com golpes de pá na cabeça

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
Ferramentas que provavelmente foram utilizadas no crime foram apreendidas para serem periciadas / Foto: Divulgação
Ferramentas que provavelmente foram utilizadas no crime foram apreendidas para serem periciadas / Foto: Divulgação
O pedreiro José Geraldo Alves da Cruz, 55 anos, foi assassinado na noite de domingo (23), no distrito de Vicentinópolis, em Santo Antônio do Aracanguá. O corpo foi encontrado caído na rua da casa dele, com ferimentos na cabeça e várias perfurações a faca. Ao lado, havia uma pá suja de sangue, uma faca e um facão, que foram apreendidos. A polícia tem suspeita de autoria, porém, ninguém tinha sido preso até o início desta manhã de segunda-feira (24). Equipe da Polícia Militar foi informada por volta das 19h30 sobre a existência de um corpo na rua Ângelo Mazoti, a mesma onde fica a casa da vítima, e encontrou o cadáver caído próximo à guia de sarjeta. No local não havia testemunhas e a Polícia Civil foi acionada para solicitar a realização de perícia. O delegado plantonista e um investigador foram ao local e constataram que o corpo estava caído em frente a um terreno baldio, com várias lesões na cabeça. A carteira com documentos de Cruz estava caída de um lado do cadáver e do outro lado estava a pá suja de sangue, a faca e o facão. Os policiais notaram ainda, marcas de pneu deixadas por algum veículo que teria freado ou saído de forma acelerada do local. O pedreiro morava a poucos metros de onde foi morto e os policiais conseguiram contato com a companheira dele. Ela reconheceu um boné apreendido no local como sendo dele, mas afirmou que as ferramentas abandonadas não lhe pertenciam. BRIGA De acordo com a mulher, Cruz saiu de casa ainda pela manhã com um veículo Chevrolet Monza e passou praticamente o dia todo ingerindo bebida alcoólica em bares do distrito. Policiais militares que atenderam a ocorrência realizaram patrulhamento e foram informados que a vítima se desentendeu com outro homem em um desses bares. Minutos antes de ser encontrada morta, ela e o suspeito deixaram o estabelecimento praticamente juntos. Ainda segundo o que foi apurado pela polícia, o bar onde teria ocorrido o desentendimento fica a cerca de 300 metros de onde o cadáver foi localizado. O carro do pedreiro não foi encontrado pela polícia, que também não localizou o suspeito de ter cometido o homicídio. O corpo foi liberado logo pós ser concluída a perícia pelo IC (Instituto de Criminalística) e encaminhado por uma empresa funerária da cidade para o IML (Instituto Médico Legal) de Araçatuba para exame necroscópico.

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