REDE DE PROTEÇÃO

Região de Piracicaba tem 14 cidades sem Delegacia da Mulher

Por Da Redação |
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 Apesar da ampliação da rede de atendimento no estado de São Paulo, 14 dos 18 municípios da região de Piracicaba ainda não possuem Delegacia de Defesa da Mulher.
Apesar da ampliação da rede de atendimento no estado de São Paulo, 14 dos 18 municípios da região de Piracicaba ainda não possuem Delegacia de Defesa da Mulher.

A região de Piracicaba tem 14 municípios sem Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), unidades especializadas no atendimento a mulheres vítimas de violência e na investigação de crimes relacionados à violência de gênero. Ao todo, 18 cidades da região foram consideradas no levantamento, das quais apenas quatro contam com esse tipo de estrutura.

Segundo dados do Governo do Estado de São Paulo, os municípios que possuem Delegacia de Defesa da Mulher são Piracicaba, Limeira, Santa Bárbara d'Oeste e Capivari.

Já as cidades que não contam com uma unidade especializada são Águas de São Pedro, Charqueada, Cordeirópolis, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Ipeúna, Iracemápolis, Mombuca, Nova Odessa, Rafard, Rio das Pedras, Saltinho e São Pedro.

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Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) informou que, desde 2023, a rede especializada de atendimento às mulheres foi ampliada em mais de 87%, passando de 202 para 379 unidades em todo o estado. O total inclui Delegacias de Defesa da Mulher e Salas DDM.

As Salas DDM são espaços destinados ao atendimento especializado de mulheres vítimas de violência em municípios que não contam necessariamente com uma delegacia exclusiva para esse público.

De acordo com a secretaria, o atendimento 24 horas também está sendo ampliado. Atualmente, 39 Delegacias de Defesa da Mulher funcionam ininterruptamente, e a previsão do governo estadual é chegar a 58 unidades com funcionamento integral até o fim de 2026.

Atendimento às vítimas

As Delegacias de Defesa da Mulher são voltadas ao acolhimento de mulheres vítimas de violência e à investigação de ocorrências relacionadas à violência de gênero.

A ausência de uma unidade exclusiva, porém, não significa que as vítimas fiquem sem atendimento policial. Mulheres que sofrerem violência podem procurar uma delegacia de polícia comum para registrar a ocorrência e solicitar providências.

Em situações de emergência, quando a vítima estiver em risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.

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