MUDANÇA NAS PLACAS

Entenda o projeto que pode mudar placas de veículos no Brasil

Por Da redação - JP1 |
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Adotado em 2020, o padrão Mercosul ampliou para cerca de 450 milhões as combinações possíveis de placas no Brasil.
Adotado em 2020, o padrão Mercosul ampliou para cerca de 450 milhões as combinações possíveis de placas no Brasil.

A identificação visual das placas de veículos no Brasil pode passar por uma nova mudança. Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados propõe o retorno de informações como estado e município, além da inclusão da bandeira da unidade federativa, elementos retirados com a adoção do padrão Mercosul.

A proposta já avançou na Comissão de Viação e Transportes e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, etapa decisiva antes de uma eventual aprovação definitiva.

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Placas com identidade regional

O texto apresentado pelo senador Esperidião Amin sugere que a reintrodução dessas informações pode facilitar o trabalho de autoridades em situações como infrações, furtos e roubos de veículos. A identificação visual imediata da origem do carro é apontada como um recurso adicional para agentes de trânsito e segurança.

Na relatoria do projeto, o deputado Hugo Leal também defendeu que a mudança pode fortalecer o vínculo cultural e regional dos motoristas com seus locais de origem, além de permitir uma percepção mais rápida quando se tratar de veículos de outras regiões.

O que muda em relação ao modelo atual

Caso seja aprovado, o projeto altera pontos centrais do atual sistema de placas:

  • Retorno do nome do estado e do município;
  • Inclusão da bandeira da unidade federativa.

Atualmente, o Brasil utiliza o padrão Mercosul, implementado em 2020. O modelo trouxe uma combinação alfanumérica mais ampla, aumentando significativamente o número de possibilidades — cerca de 450 milhões — e incorporou tecnologias como o QR Code para consulta de dados. Na época da mudança, o antigo sistema já se aproximava do limite de combinações possíveis, o que motivou a adoção do novo formato em todo o país.

Agora, a discussão volta ao Congresso com foco em equilibrar tecnologia, segurança e identidade regional nas ruas brasileiras.

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