MANIFESTAÇÃO

SJC: Passeata da Urbam teve abaixa adesão, avalia governo

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Manifestantes percorreram ruas da cidade
Manifestantes percorreram ruas da cidade

A manifestação do movimento grevista de trabalhadores da Urbam (Urbanizadora Municipal), realizada na manhã desta sexta-feira (17), teve baixa adesão e pouco impacto na rotina da cidade, de acordo com a avaliação de fontes ligadas à Prefeitura de São José dos Campos ouvidas por OVALE.

Os manifestantes fizeram uma passeata até o Paço Municipal nesta sexta-feira (17), no quinto dia de paralisação por melhores condições de trabalho.

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No Paço, de acordo com informações obtidas por OVALE, o entendimento é de que cerca de 100 funcionários participaram da mobilização, número considerado reduzido diante do total de mais de 4.200 trabalhadores da empresa.

O movimento, que começou com as equipes de limpeza urbana e coleta seletiva, agora conta com a adesão de parte dos atendentes da Central 156.

Mesmo com a manifestação, os serviços essenciais foram mantidos ao longo do dia, segundo a Urbam. A coleta de resíduos e as atividades de limpeza urbana seguiram sendo realizadas em diferentes regiões da cidade, garantindo atendimento à população.

A mobilização ocorreu de forma organizada, com os participantes percorrendo vias da cidade, sem registros de transtornos significativos no trânsito ou prejuízos à prestação dos serviços públicos.

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Reivindicações

Representados pelo sindicato SEAAC (Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio e em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de São José dos Campos e Região), ps trabalhadores buscam melhorias financeiras e na estrutura das atividades.

O sindicato criticou a posição da Prefeitura, que definiu o movimento grevista como um "ato político" e estimou a adesão entre 500 e 300 colaboradores mobilizados.

Representantes das equipes relataram a OVALE denúncias de casos de assédio moral, más condições das ferramentas de trabalho e falta de condições de manutenção de higiene e saúde.

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Outro lado

Os relatos dos trabalhadores estão em divergência com a posição oficial da empresa. Consultada por OVALE, a Urbam refutou as acusações de precariedade.

A empresa afirma que paga o adicional de insalubridade conforme a legislação para as atividades previstas e que garante todo o suporte de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), hidratação e pontos de apoio. Alega que qualquer falta de material ou conduta de assédio é tratada como desvio operacional e apurada internamente.

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