Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos próprios pais, voltou a uma delegacia de polícia nesta semana para tratar de um assunto familiar, o que causou surpresa entre os agentes. A visita não teve relação com o crime que a tornou conhecida nacionalmente.
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Ela esteve na 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, para tentar liberar o corpo do tio, o médico Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa na última sexta-feira (9). A Polícia Civil apura o caso como morte suspeita.
Segundo informações publicadas pelo jornal O Globo, Suzane procurou formalizar os trâmites necessários para o sepultamento. Aos investigadores, afirmou ser a parente consanguínea mais próxima do tio.
Miguel morava sozinho e não tinha esposa nem filhos. Também não havia pais ou irmãos vivos. Além de Suzane, o único parente próximo é Andreas von Richthofen.
Ainda conforme a publicação, a ida à delegacia também teve como objetivo solicitar que Suzane fosse reconhecida como inventariante dos bens deixados pelo médico. O patrimônio inclui uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista. A estimativa é de que os bens somem cerca de R$ 5 milhões.