DEEP WEB

Grupo criminoso ligado a jovem preso no Vale matava animais e transmitia via internet

Por Da redação | São José dos Campos
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução

O grupo criminoso ligado ao jovem de 21 anos preso em Taubaté pela Polícia Federal transmitia pela internet a morte de animais, como gatos, que eram afogados e esfaqueados.

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As publicações eram feitas em canais de violência na internet, especialmente na ‘deep web’ e ‘dark web’, que são as camadas da rede mundial de computadores que ficam escondidas da maioria dos internautas, alocadas “abaixo da superfície” ou longe da “internet rasa”. Esses sites não aparecem em mecanismos de busca.

Segundo a NPR (National Public Radio), agência pública de rádio dos Estados Unidos, mais de 90% da internet não estão disponíveis para navegadores de “superfície”, e grande parte dessa imensa fatia fica localizada na ‘deep web’.

CRIMES PELA INTERNET.

Segundo a PF, o jovem preso em Taubaté faz parte de um grupo com atuação criminosa na internet, entre elas a de obrigar uma adolescente de 15 anos a praticar automutilação.

O grupo seria responsável pela administração de um servidor em rede social utilizado para a prática reiterada de crimes graves contra crianças, adolescentes e animais.

O suspeito foi preso na noite de quarta-feira (28), dentro de um estabelecimento comercial de Taubaté.

Contra ele havia um mandado de prisão preventiva em aberto, expedido em fevereiro deste ano pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Vitória (ES).

MORTE AO VIVO.

As investigações revelaram que o grupo pretendia matar um morador de rua e transmitir a ação criminosa ao vivo em uma live na internet.

O jovem de 21 anos foi encaminhado ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça. Ele pode ser condenado até a 10 anos de prisão, caso receba a pena máxima pelos crimes de que deverá ser acusado.

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