FEMINICÍDIO

Homem mata a ex-companheira e atira na amiga em Jaú

da Redação
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Reprodução
 A colega de trabalho da vítima fatal também foi atingida
A colega de trabalho da vítima fatal também foi atingida

Uma mulher foi morta a tiros na manhã desta quarta-feira (30), em Jaú, e uma colega de trabalho que estava com ela também foi baleada. O crime ocorreu na região entre o Jardim Juliana e o Residencial Cidade Alta. Segundo as informações apuradas inicialmente, a vítima fatal tinha uma medida protetiva contra o ex-companheiro, que seria policial militar, apontado como autor dos disparos. Após o crime, ele se apresentou à Polícia Militar.

De acordo com relatos obtidos no local, as duas mulheres estavam em um carro quando foram abordadas pelo homem. Ele teria se aproximado do veículo e efetuado diversos disparos. A perícia deverá confirmar a quantidade de tiros, mas informações preliminares apontam para pelo menos oito disparos. A vítima principal não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A colega de trabalho também foi atingida e conseguiu deixar o veículo. Baleada na perna, segundo relatos de testemunhas, ela caminhou até uma esquina em busca de ajuda e foi socorrida inicialmente por trabalhadores de uma obra próxima. Uma pessoa que passava pelo local a levou de carro até a Santa Casa de Jaú. Até a última atualização, não havia informação oficial sobre o estado de saúde dela.

A Polícia Civil deverá apurar o eventual descumprimento da medida protetiva, além da dinâmica e da motivação do crime. Até o momento desta publicação, os nomes das envolvidas e do suspeito não haviam sido oficialmente divulgados. O caso permanece em investigação e novas informações poderão ser acrescentadas conforme a divulgação dos registros oficiais. As informações são do site Tem coisas que só acontecem em Jaú.

A defesa do investigado, representada pela advogada Joice Vanessa dos Santos, da JV Advocacia Militar, informa que já está acompanhando o caso e prestando o devido auxílio perante as autoridades competentes. "Diante do estágio inicial das apurações, qualquer manifestação aprofundada sobre a dinâmica ou justificativas dos fatos é precoce", informa a advogada. 

"Os esclarecimentos necessários e a motivação do ocorrido serão formalmente apresentados no decorrer da investigação criminal, no fórum adequado e com o devido respeito ao contraditório. A JV Advocacia Militar e a defesa técnica permanecem à disposição dos veículos de imprensa para eventuais esclarecimentos formais", diz nota enviada ao JCNET.

Foto: Tem coisas que só acontecem em Jaú
Foto: Tem coisas que só acontecem em Jaú

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