MORTE NA PONTE

Limeira reforça bloqueios na Ponte do Esqueleto

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação
Prefeitura de Limeira fechou acessos irregulares após morte de jovem em prática de rope jump na divisa com Cordeirópolis.
Prefeitura de Limeira fechou acessos irregulares após morte de jovem em prática de rope jump na divisa com Cordeirópolis.

Prefeitura de Limeira reforçou os bloqueios de acesso à Ponte do Esqueleto, estrutura localizada na divisa com Cordeirópolis, após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante uma prática de rope jump no último sábado (13).

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O trabalho inclui o fechamento de acessos irregulares e complementa medidas emergenciais já executadas anteriormente na área. Segundo a administração municipal, a ação foi realizada depois que o governo federal reconheceu sua responsabilidade pelo espaço e solicitou apoio operacional do município para ampliar a proteção do local até a adoção de providências definitivas.

A ponte voltou ao centro da discussão pública depois da morte de Maria Eduarda. Segundo as informações apuradas sobre o caso, a jovem morreu após ser lançada durante a atividade sem estar presa à corda de segurança. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da queda e a atuação dos responsáveis pela prática no local.

De acordo com a Prefeitura de Limeira, uma intervenção mais ampla ainda não havia sido feita por limitações operacionais do governo federal. Diante desse cenário, o município foi acionado para auxiliar nos serviços emergenciais de restrição de acesso.

As medidas estruturais permanentes seguem sob responsabilidade da União. Entre elas estão a construção de muros de contenção, a manutenção das valetas e outras ações de fechamento da área.

A Ponte do Esqueleto pertence ao governo federal e, segundo as prefeituras de Limeira e Cordeirópolis, não tem acesso público liberado. Mesmo com bloqueios anteriores, placas de advertência e valetas abertas para dificultar a entrada, pessoas continuaram chegando à estrutura por acessos irregulares e, em alguns casos, por propriedades particulares.

A tragédia reforçou a pressão dos dois municípios pela demolição da ponte. A prefeita de Cordeirópolis, Cristina Saad, e o prefeito de Limeira, Murilo Félix, defendem que a retirada da estrutura é a solução definitiva para impedir novas ocorrências no local.

Enquanto a União avalia as próximas medidas, Limeira informou que continuará atuando de forma emergencial para reduzir o acesso irregular à área. A investigação sobre a morte de Maria Eduarda segue em andamento.

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