Um funcionário ligado à operação de um salto, chamado de rope jump, em Limeira (SP) afirmou à Justiça que não foi o responsável pela colocação dos equipamentos de segurança utilizados por Maria Eduarda, de 21 anos, vítima de um acidente durante a prática.
Durante depoimento prestado no âmbito da investigação, Vítor de Freitas Gonçalves informou que estava presente no local no dia do ocorrido. No entanto, declarou que sua função não incluía a preparação ou a instalação dos equipamentos de segurança nos participantes antes dos saltos.
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O relato integra a apuração conduzida para esclarecer as circunstâncias que levaram ao acidente e verificar a eventual responsabilidade dos envolvidos na operação da atividade.
As investigações continuam em andamento. Além dos depoimentos já colhidos, autoridades analisam documentos e demais elementos relacionados à organização e aos procedimentos adotados no local.
A apuração busca determinar se houve falhas operacionais, descumprimento de normas de segurança ou qualquer outro fator que possa ter contribuído para o acidente que resultou na morte da jovem.
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