PEDESTRES E MOTOS

Mortes em vias de Campinas caem 60% no início de 2026

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/PMC
Com quatro acidentes fatais, ruas e avenidas têm menor número de mortes em dois anos.
Com quatro acidentes fatais, ruas e avenidas têm menor número de mortes em dois anos.

Campinas registrou queda de 60% no número de mortes no trânsito em vias urbanas no primeiro bimestre de 2026, segundo dados da Emdec. Foram quatro óbitos entre janeiro e fevereiro, contra dez no mesmo período de 2025.

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O levantamento integra o Boletim Informativo de Óbitos no Trânsito e considera como vítima fatal pessoas que morrem até 30 dias após o acidente.

No recorte por perfil, pedestres e motociclistas continuam sendo os grupos mais atingidos, com dois registros cada. Não houve mortes de ciclistas ou ocupantes de outros veículos nas vias urbanas neste início de ano.

Entre motociclistas, foram dois óbitos em 2026, ante seis no mesmo período do ano passado. Já entre pedestres, houve redução de um caso na comparação anual.

As ocorrências registradas nas vias urbanas aconteceram nos seguintes pontos:

  • Avenida Carlos Lacerda (motociclista)
  • Rua Achilles Bertoldi (motociclista)
  • Rua José Paulino (pedestre)
  • Rua Sérvulo Henrique Barreto (pedestre)

Dados gerais incluem rodovias

Considerando também as rodovias, Campinas registrou 12 mortes no primeiro bimestre de 2026, contra 18 no mesmo período de 2025.

Do total deste ano, sete vítimas eram motociclistas, três pedestres e duas ocupantes de outros veículos.

O balanço também revisou os números de 2025, que fecharam com 142 mortes no trânsito, abaixo das 150 registradas em 2024.

Fatores de risco

Nos casos analisados em 2026, foram identificados fatores como comportamento do pedestre, excesso de velocidade, falta de habilitação e ausência de capacete.

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