O Banco Central informou à Polícia Federal, em julho de 2024, que já havia analisado e arquivado suspeitas de irregularidades no Banco Master. O ofício da PF citava, entre outros pontos, a hipótese de que seria controlador oculto da instituição.
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Na resposta ao delegado responsável pelo caso, a autarquia afirmou que os fatos foram examinados no contexto do aumento de capital do banco e que, após consulta a áreas técnicas, não viu necessidade de abrir procedimento específico. Parte das suspeitas envolvendo operações societárias foi atribuída à competência da .
À época, o BC era presidido por Roberto Campos Neto. Meses depois, o Banco Master foi liquidado pela autarquia em meio a investigações sobre fraudes. O Banco Central declarou que não comenta informações sob sigilo.
Com informações do SBT News.