TRÂNSITO NO CAMPUS

Estacionou errado? Unicamp inicia avisos antes de multas reais

Por Flávio Paradella | Especial para a Sampi Campinas
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/Unicamp
Ação educativa começa em março na Unicamp e prevê “multas morais” antes de fiscalização oficial da Emdec.
Ação educativa começa em março na Unicamp e prevê “multas morais” antes de fiscalização oficial da Emdec.

A Universidade Estadual de Campinas inicia na primeira quinzena de março uma campanha para reforçar o respeito às regras de trânsito dentro do campus. A mobilização será coordenada pela Prefeitura Universitária, em parceria com a Secretaria de Vivência nos Campi (SVC) e a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas.

  • Clique aqui para fazer parte da comunidade da Sampi Campinas no WhatsApp e receber notícias em primeira mão.

A iniciativa surge diante do aumento de registros de uso irregular de vagas, ocupação indevida de espaços reservados e bloqueio de áreas destinadas a pedestres. Segundo a administração universitária, circulam diariamente pelo campus cerca de 80 mil pessoas e aproximadamente 40 mil veículos, o que exige maior atenção às normas de circulação.

Como parte da estratégia educativa, equipes da universidade e da Emdec promoverão um “Dia D”, quando serão distribuídas “multas morais” — avisos deixados nos veículos estacionados de maneira inadequada. O material trará orientações sobre a legislação e o uso correto das vagas.

Após essa fase de conscientização, a Emdec retornará ao campus para realizar fiscalização formal, com possibilidade de autuações previstas no Código de Trânsito.

O prefeito universitário, Juliano Finelli, afirma que a ação ocorre em paralelo a investimentos recentes na infraestrutura viária. Nos últimos anos, mais de 50% da malha interna foi recapeada, além da revitalização de sinalização horizontal e vertical, com pintura de faixas, instalação de placas e reorganização de áreas de estacionamento.

Também foram criadas cerca de 400 novas vagas, distribuídas em sete bolsões na área da saúde. Desse total, 197 são destinadas a pessoas com deficiência e idosos, ampliando a oferta em pontos de maior demanda.

A universidade reforça que a proposta não é apenas punitiva, mas educativa, com foco na construção de um ambiente mais seguro e acessível para toda a comunidade acadêmica.

Comentários

Comentários