'CENSURA'

Governo Trump cita prisões 'ilegais' para justificar tarifaço

Por | da Rede Sampi
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução/ Forbes Breaking News/Youtube
Representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em coletiva de imprensa.
Representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em coletiva de imprensa.

O governo de Donald Trump voltou a atacar o Judiciário brasileiro nesta quarta-feira (15). Durante coletiva de imprensa em Washington, o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmaram que parte das novas tarifas sobre produtos brasileiros foi motivada por “preocupações extremas” com o Estado de Direito e os direitos humanos no Brasil.

Leia mais: Lula confirma negociação entre Vieira e Rubio nesta 5ª

Segundo Greer, 40% do aumento de 50% nas tarifas aplicadas desde agosto são resposta a suposta censura e perseguição política em território brasileiro. “Um juiz brasileiro tomou para si responsabilidades de ordenar que empresas dos EUA se autocensurem, dando-lhe ordens secretas para gerenciar o fluxo de informações”, disse, sem citar nenhum nome.

Bessent foi além e afirmou que houve “detenção ilegal de cidadãos americanos” no país. Nenhum caso específico foi mencionado.

As declarações ocorrem às vésperas da reunião entre o chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, marcada para amanhã, como tentativa do governo Lula de reverter o tarifaço.

Trump tem usado críticas ao Brasil como justificativa para medidas econômicas. Ao anunciar o aumento das tarifas, o republicano mencionou Jair Bolsonaro e acusou autoridades brasileiras de perseguir o ex-presidente, condenado por tentativa de golpe de Estado.

*Com informações do portal Metrópoles

Comentários

Comentários