Tony Kroos e a melhor partida da carreira


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Tony Kroos “deitou e rolou” contra o Brasil, na semifinal desta terça-feira, como se diz na gíria do futebol. O meio-campista afirmou na quarta-feira ter feito a melhor partida internacional da carreira, mas espera que não seja essa a principal da vida.

“Contra o Brasil e no Brasil, jogar este grande jogo é excepcional. Espero que não tenha sido o melhor da minha vida, porque ainda tenho uma longa carreira”, afirmou o atleta do Bayern de Munique, que está na lista de contratações do Real Madrid. Mesmo assim, Kroos lembrou que o título é o grande objetivo dos germânicos e que espera uma dura decisão no domingo.

“Viemos aqui para sermos campeões e ninguém é campeão depois de vencer uma semifinal”, afirmou. De acordo com o meia, logo no início ele percebeu que a vitória estava encaminhada. “Foi uma partida impressionante. Desde o primeiro minuto tivemos a sensação de que o triunfo era possível. Logo fizemos um gol e depois outro e antes da metade do primeiro tempo conseguimos ter uma vantagem de cinco gols.”

O camisa 18, com os “pés no chão”, lembrou que o placar foi um absurdo. “Eu nunca imaginei ganhar uma partida de 7 a 1. Tivemos de fazer passo a passo para chegar a este número, mas ainda temos uma partida que nós realmente queremos ganhar para sermos campeões.”

E, como não poderia deixar de ser, o massacre de Kroos e cia. sobre a seleção brasileira foi capa dos principais jornais pelo mundo. “Humilhação” foi a palavra mais presente. No Marca, da Espanha, por exemplo, o resultado foi uma “humilhação mundial”, muito pior que o “Maracanazo” de 1950. Manchete semelhante à do Clarín, da Argentina: “Brasil humilhado”, e ao italiano Corriere dello Sport: “Humilhado”.

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