Forças armadas

Ministro defende modernização


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O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, falou ontem (13) sobre a necessidade de modernização dos equipamentos usados pela Aeronáutica, Exército e Marinha. "Estamos buscando a recuperação da capacidade operacional das Forças", disse o ministro ao participar de um seminário realizado pela Escola Superior de Guerra, sobre a política e as estratégias nacionais de defesa.

"Nossos aparelhos, nossas principais máquinas e equipamentos, são de 50 anos de duração. Então, eles necessitam de uma modernização, uma atualização, de novos equipamentos. A capacidade operacional das Forças têm que ser revistas", acrescentou Silva, lamentando que, por questões orçamentárias, alguns projetos considerados prioritários precisam ser repensados ao longo de sua execução.

"Não tem mágica. Ou a gente muda o escopo do projeto, muda a quantidade, ou o estica na linha do tempo. O projeto Guarani, por exemplo, as últimas unidades só serão entregues em 2041", disse Silva, se referindo ao projeto iniciado em 2007, e que, entre outras coisas, visa a reequipar o Exército com novas viaturas blindadas.

Afirmando que o atual cenário mundial "apresenta novas apreensões", o ministro citou, como exemplos, a existência de ameaças cibernéticas, tráfico de drogas e crises humanitárias. Além disso, mencionou o risco de crimes ambientais, citando o misterioso surgimento de óleo no litoral brasileiro, em 2019, e ainda não esclarecido. "Há ameaças ambientais. Que tivemos. O derramamento de óleo pegou o [litoral do] Nordeste todo e chegou até o Sudeste."

(Das agências)

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