NÃO AO FEMINICÍDIO

SP tem menor taxa de feminicídios do Sudeste

Por Divulgação | Agência Sâo Paulo
| Tempo de leitura: 2 min
Divulgação / Agência São Paulo
Estado tem menor taxa de feminicídios do Sudeste e uma das menores do Brasil, de acordo com ranking do Ministério da Justiça
Estado tem menor taxa de feminicídios do Sudeste e uma das menores do Brasil, de acordo com ranking do Ministério da Justiça

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que São Paulo registrou, em 2025, a menor taxa de feminicídios por 100 mil habitantes (0,51) da região Sudeste e uma das menores do Brasil, somando janeiro a novembro. O estado fica atrás apenas do Amazonas, empatado com o Ceará.

No extremo oposto, o Acre lidera o ranking nacional, com o maior índice, alcançando 1,58 no mesmo período. O Sudeste tem Espírito Santo como líder, com taxa de 0,82, seguido de Minas Gerais (0,65) e Rio de Janeiro (0,6) apesar das ações integradas entre os governos estaduais e municipais para combater o crime.

LEIA MAIS:

Garantia de políticas públicas

São Paulo alcançou êxito no ranking com a estruturação da rede de políticas públicas para combater a violência doméstica desde 2023. Um dos exemplos é o movimento ‘SP Por Todas’ que ampliou o alcance das ações integradas, fortaleceu a rede de proteção com mais Salas de Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) 24 horas, criação da ‘Cabine Lilás’ e a implantação do uso de tornozeleira para acusados de agressão contra mulheres.
Com as medidas adotadas, o estado registrou crescimento de 21% em medidas protetivas e de 11% em boletins de ocorrência de agressão.

Mesmo diante dos resultados positivos, a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Adriana Liporoni, afirma que ainda não há o que ser comemorado. “Temos a segunda menor taxa de feminicídios do Brasil, mas não há o que comemorar enquanto uma única mulher ainda estiver em risco. O enfrentamento à violência doméstica é prioridade do governo de São Paulo, tratado diariamente com seriedade, responsabilidade e ações concretas. Nossa rede de proteção é a maior do país, com espaços humanizados e especializados para acolhimento e atendimento às vítimas”, destacou.

Comentários

Comentários