EM OUTUBRO

Atleta vai representar Jundiaí no Sul-Americano de Hipismo

Por Luana Nascimbene |
| Tempo de leitura: 2 min
ZEQUI GASPARINI
Carolina vai disputar pela segunda vez a competição internacional, em outubro
Carolina vai disputar pela segunda vez a competição internacional, em outubro

A atleta Carolina Cereser, de 18 anos, irá representar Jundiaí - e o Brasil - no Campeonato Sul-Americano de Hipismo, marcado para outubro, em Porto Alegre.

Será a segunda vez da jundiaiense no Sul-Americano, que compete na categoria 1,40m/1,45m júnior, na modalidade salto. Ela conquistou a vaga para a competição internacional através de seletivas em Curitiba, São Paulo e Brasília ao longo deste ano, garantindo o 3º lugar no ranking. Para o Sul-Americano, os 10 melhores colocados de cada país, em média, são selecionados para a competição.

EXPECTATIVA

Em 2022, a cavaleira e sua companheira, a égua História Método, terminaram a competição em 10ª lugar. Este ano, a atleta espera ocupar o top-5. "A expectativa está bem alta. Na minha estreia no Sul-Americano, ano passado, eu estava bastante nervosa e, mesmo assim, consegui ter um bom desempenho. Agora, já tenho experiência no campeonato, então a meta é evoluir e conquistar uma posição melhor que a última edição. Irei competir contra atletas de alto nível, mas estou confiante e espero voltar para Jundiaí no top-5", afirmou Carolina.

Além de competir pelo Sul-Americano e se destacar em torneios dentro e fora do Brasil, a atleta carrega um currículo extenso na modalidade, apesar da pouca idade, e comemorou a visibilidade que o esporte vem alcançando no país. "Já fui campeã brasileira, nas categorias individual e por equipe, e paulista, e estou sempre evoluindo na altura dos saltos. É um esporte que vem ganhando bastante espaço no Brasil e só temos a comemorar esse crescimento", contou a cavaleira.

JORNADA

A paixão da jovem pela equitação começou cedo e o que era um hobby se tornou uma rotina de treinos, competições e muita dedicação. Carolina montou em uma égua pela primeira vez aos 6 anos e, na ocasião, levou um tombo. A queda se tornou uma motivação para a jundiaiense continuar tentando. "Eu sempre fui muito ligada aos esportes. Antes do hipismo deixar de ser apenas um hobby eu também jogava tênis e vôlei. Porém, a paixão pela equitação foi maior e eu mergulhei de cabeça no esporte. Desde os 6 anos eu treinava bastante e, aos 11, eu ganhei da minha mãe a égua História Método, que é minha companheira de competição até hoje."

No início da jornada no hipismo, Carolina saltava obstáculos de 1,10 metro. Atualmente, já está saltando 1,45 metro. "A gente sente quando dá para evoluir. Fazemos testes com a égua e vamos no tempo dela. A parceria com a História Método é de muita dedicação, cuidado e amor. Nas competições e treinamentos ela sempre é a prioridade. Tem muito carinho, cuidado e paciência envolvidos", explica a jundiaiense.

Assim como em todo esporte, no hipismo também existe risco de lesão aos competidores. "Felizmente nunca tive nenhuma lesão séria. Já caí algumas vezes e tive ferimentos leves, mas nada grave. É um esporte que requer muita atenção, foco e cuidado para não causar problemas para o cavaleiro e o cavalo", completou a atleta.

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