Jundiaienses viram Pelé desfilar talento

Por Vitor Silva |
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O médico Diógenes viu o Pelé em ação duas vezes
O médico Diógenes viu o Pelé em ação duas vezes

Pelé foi o maior de todos os tempos e marcou uma geração. Os jundiaienses que viram o craque em campo contam com orgulho sobre o privilégio de ver perto o maior de todos jogar. 


O médico Diógenes Augusto Archanjo da Silva, de 71 anos, santista de coração, é um desses privilegiados. "Eu acompanhei o Pelé desde 1958. Ouvi essa Copa pelo rádio. Nessa época o Santos virou meu time de coração.  Vi, acho, todos os grandes gols do Pelé.  O grande momento, além, é claro, das Copas de 1958, 1962, 1966 e 1970, da minha relação com Pelé  foi a inauguração do Estádio Rei Pelé, em Maceió, que assisti  das arquibancadas", comentou.


Outra vez que viu Pelé em campo foi na vitória do Santos por 6 a 0 sobre o CRB, em Maceió, em uma excursão do Santos ao Nordeste.

O professor Maurício Ferreira, do Sebo Jundiaí, também foi outro que viu o Rei jogar. "Foi no Jayme Cintra, eu estava nesse jogo, choveu muito e o Santos venceu por 2 a 1", comentou sobre a partida de 1969. "Eu tinha 6 anos, foi uma emoção muito grande. Meu pai me levava em todos os jogos, menos contra a Ponte Preta."


Já o goleiro Lourenço, um dos poucos a defender um pênalti do rei Pelé, também fala do encantamento de vê-lo em campo, mesmo que como adversário. "Só quem viu o Pelé jogando sabe o craque que ele era, um jogador completo, genial. Me orgulha muito ter pego aquele pênalti", comentou.

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