Censo 2022

Recenseadores do IBGE têm dificuldades para coletar dados


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Os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) que percorrem as ruas de Jundiaí têm enfrentado dificuldades ao aplicar as pesquisas do Censo 2022. Além do alto índice de taxa de recusa, os profissionais enfrentam burocracias para entrar em condomínios.

Nas ruas desde 1º de agosto e chegando a insistir até cinco vezes em cada residência, recenseadores já cumpriram 25.5% da meta e, até 31 de outubro, pretendem finalizar os trabalhos. "É importante que todos respondam o questionário ou retornem aos recados deixados nas caixas de correio", relata a coordenadora do IBGE de Jundiaí, Bruna Lopes Becker Lorentz.

Porém, segundo a coordenadora, existem alguns empecilhos. "Entre as principais queixas, estão recusas para responder o questionário, mão de obra abaixo do esperado devido desistências e síndicos que burocratizam o acesso aos condomínios, impactando diretamente na produção e no pagamento do recenseador", conta.

Ela ainda enfatiza sobre a segurança pública para a proteção dos recenseadores. "Alguns colaboradores se sentem inseguros e com medo de serem assaltados ao entrarem em alguns lugares em determinados horários e relatam a falta de policiamento em alguns bairros", informa a coordenadora.

NOVAS VAGAS

Constantemente estão sendo publicadas novas vagas temporárias na função de recenseadores no site do IBGE. Que podem ser encontradas no censo2022.ibge.gov.br.

Esse é o 13º Censo Demográfico do país. Com os dados, o IBGE pretende atualizar o número de habitantes no país, mapear a distribuição populacional no território nacional e também detalhar as condições de vida dos brasileiros. A população brasileira recenseada até o momento é de 61.408.390.

Giovanna Vianna

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