Principais coberturas (7)


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Eita início medonho de milênio que vivemos e noticiamos! Ainda em 2002, publicamos que, lá em Batatais, no dia 26 de março, acontecera um crime bárbaro. Uma mulher de 20 e um rapaz de 24 anos mantinham um romance que não era aprovado pela família dele, porque a moça teria passagem pela polícia por tráfico de drogas. Para “resolver” a discórdia familiar, o casal contratou um moleque de 13 anos - por meio quilo de maconha - e o TRIO MATOU OS PAIS, UMA IRMÃ GRÁVIDA DE 9 MESES, OUTRA DE 4 ANOS E UM IRMÃO DE 14 do rapaz com golpes de barra de ferro e facadas. Ainda agrediram duas crianças - o irmão de 7 anos e a sobrinha de 3 do rapaz - que, apesar de terem perda de massa encefálica, sobreviveram. Todos confessaram participação no que ficou conhecido como “A chacina de Batatais”.
 
E mais tragédia estava por vir. Por volta da meia-noite do dia 9 de maio de 2002, nossa redação foi informada do trágico acidente na “CURVA DA MORTE”, na rodovia Cândido Portinari, no município de Rifaina. O ônibus que transportava estudantes de Franca para Sacramento (MG) despencou na ribanceira. Foram 20 mortes: 19 estudantes e o motorista. A chuva que caia naquela madrugada e o local de difícil acesso tornavam ainda mais macabro o cenário testemunhado por nossa reportagem. Na manhã do mesmo dia, manchetávamos com a tragédia: “Ônibus cai na serra de Rifaina e mata 20”. O acidente ganhou a imprensa nacional. Acompanhamos sepultamentos, revolta das famílias e, depois, em 2008, outra tragédia com a Kombi da Apae de Rifaina, com cinco mortes. Fomos até 2011, quando o Estado entregou as obras com o novo traçado da curva, com investimentos à época de R$ 33,5 milhões.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Um refresco em 2002. Franca é sede dos Jogos Abertos do Interior, a “olimpíada caipira”. Assim como os 10 mil atletas que para cá vieram em setembro, “também o Comércio da Franca se preparou para fazer deste o evento esportivo do século na cidade, tanto que inúmeras surpresas poderão ser conferidas pelos leitores nestes próximos quinze dias. Hoje, em quatro páginas, o evento é apresentado como um todo”. Foram 15 dias de cobertura, com equipe reforçada com contratações especiais para seguir de perto as competições que reúnem os paulistas do interior.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Era agosto de 2005. Recebemos uma ligação na redação que marcaria para sempre a vida de todos que tralhavam no Comércio. Era Jeson de Oliveira. Ele pedia ajuda para conseguir na Justiça autorização para a eutanásia de seu filho. O garoto JHECK BRENNER DE OLIVEIRA, tinha 4 anos. Vítima de uma doença rara que paralisa os movimentos do corpo, o menino estava internado na UTI do Hospital São Joaquim e respirava com ajuda de aparelhos. Aparelhos que o pai queria desligar, para dar um basta de vez no sofrimento do filho. Publicamos o caso com exclusividade. A polêmica ganhou o mundo. Jornalistas da Itália, da Rússia (!) ligaram para nós em busca de detalhes e fotos do caso. Jornais brasileiros, como o Estadão e o Diário de S. Paulo mandaram equipes para cá. No Domingo Legal, do SBT, a família do garoto ganhou uma casa. O pai desistiu da eutanásia. Jason continua vivo. É tratado na casa de sua mãe.

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