Um veículo de linguagem ágil com informação, entretenimento, prestação de serviço e que obtém uma resposta imediata do ouvinte. Essa é a Difusora 1030 Khz. A rádio, que está no ar há 53 anos, passou a fazer parte do GCN há 10, integrada ao jornal Comércio da Franca e ao portal GCN.
Para o diretor artístico da Difusora, Everton Lima, a identificação dos ouvintes com a rádio é uma das suas principais marcas. Não é à toa que seu slogan “A rádio do povo”, criado quando ela ainda se chamava rádio Piratininga, permanece até hoje.
Everton diz que desde sua fundação, a rádio já era popular e tinha uma intensa participação da comunidade. “Esse foi um slogan criado pelos locutores, pois rádio naquela época era igual televisão. Havia uma guerra em busca de audiência e os mais antigos criavam frases, efeitos, promoções”.
Para Valdes Rodrigues, radialista há 50 anos e que comanda o Show da Manhã, o slogan continua forte e é passado de geração para geração. “As ouvintes nos encontram na rua e apresentam as filhas, que cresceram ouvindo Difusora e, em seguida, as netas, que também estão nos acompanhando”.
O locutor disse ainda que, apesar da modernização do rádio, o contato com os ouvintes se mantém forte e em constante ampliação, graças aos novos meios de comunicação. As trocas de informações, pedidos de ajuda, anúncios ou mesmo oferecimentos de música, que antes eram feitos por telefone e anteriormente por carta, hoje são feitos por email e redes sociais, incluindo o Whatsapp.
“Antes recebíamos inúmeras cartas, que enchiam urnas. Hoje ninguém manda carta, só passa email. Mas apesar da mudança, as pessoas não se distanciaram. A interatividade continua forte, é apenas uma maneira diferente de participar”, disse o radialista com 5 décadas de carreira.
À frente do programa Rádio Cidade, no horário após o almoço, Everton Lima destaca o papel social da Difusora. “Ela, muitas vezes, funciona como um socorro para quem não consegue atendimento ou um remédio. Ela é de grande ajuda para quem pede doações ou quer desabafar na”Janelinha da confiança”, além, é claro, de ser um dos mais importantes canais de informação de Franca”, disse o radialista. “Tanto é assim, que há alguns anos decidimos implementar o noticiário da rádio e fizemos mudanças para atender públicos diferentes”, disse. Como exemplo, ele cita a criação de um programa jornalístico às 11 horas, que surgiu da ideia de falar diretamente com o público masculino. “Antes a gente tinha audiência mais feminina e 11 horas era o horário do almoço, em que os homens estavam em casa e queriam ouvir notícias. A partir daí, focamos nesse horário”, disse ele.
Integração
Segundo Everton Lima, após ser integrada ao jornal Comércio da Franca, a Difusora ganhou em conteúdo. “A integração foi espetacular. As equipes passaram a trabalhar em conjunto, focadas no objetivo comum de informar bem nosso público. O jornal ajudou a reforçar o conteúdo da rádio, ao mesmo tempo em que a Difusora ajudou a popularizar o Comércio”.
Lima sinalizou ainda para o forte investimento realizado pelo diretor-executivo do GCN, o jornalista Corrêa Neves Júnior. “Houve um forte investimento em tecnologia, estúdio, equipamentos. Isso tudo permitiu que a Difusora se modernizasse e mantivesse seu sucesso”, disse.
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