Com o objetivo de colaborar com as escolas parceiras, o Projeto Jornal Escola trabalha com oficinas voltadas aos professores. Nelas, os educadores são orientados a como utilizar todos os componentes que fazem parte de um jornal, aliando informações jornalísticas em seus mais variados aspectos ao conteúdo curricular. Assim, é possível dinamizar as aulas e potencializar o aprendizado dos estudantes. Neste ano, são cerca de 65 mestres que passam por essa experiência.
Da mesma forma que as visitas dos alunos à sede do GCN foram interrompidas durante as férias de julho, as oficinas também tiveram uma pausa e retornaram em agosto. O quinto tema trabalhado este ano, o primeiro do segundo semestre, foi “charge”. Em dois encontros realizados no mês passado, no auditório “Jornalista Corrêa Neves”, os professores aprenderam como desenhos - com inteligência e bom humor - podem ser uma forma eficaz de transmitir uma mensagem.
O convidado principal foi Alexandre Fischer, gerente de marketing da Crazz Publicidade, empresa do GCN, e chargista do Comércio. “Comecei a oficina mostrando a diferença entre os estilos que são comumente trabalhados nos jornais [retrato, caricatura, tirinha, cartum e charge] e as principais diferenças entre cada um”, disse Fischer. “A charge, por exemplo, precisa sempre ser crítica, mas pode dispensar o humor dependendo do assunto. Além disso, ela precisa ser direta, sem rodeios.”
O chargista destacou em sua apresentação a responsabilidade de usar o humor para lidar com temas muitas vezes delicados - fato que exige uma constante busca por informações sobre os mais variados temas. “Na oficina, selecionamos três assuntos variados, trabalhamos e discutimos sobre eles, para sabermos a melhor forma de criar a charge. Depois, eu desenhei”, disse Alexandre Fisher. “Também mostrei como o humor é capaz de potencializar qualquer tema, porém, ele exige sensibilidade e bom senso para ser bem feito, já que existem assuntos muito delicados para trabalhar.”
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