O jornal que todo mundo lê não é mais o mesmo. Ele está ainda melhor. Com o Comércio em mãos, é fácil perceber o quanto seu visual mudou. São novas letras, desenhos de páginas diferentes, mais cores e mais espaço para imagens e voz do leitor. O novo projeto gráfico, idealizado pela equipe do jornal e realizado pela empresa espanhola Cases i Associats, alcançou o que a diretoria do Comércio almejava e vai além da motivação estética. As páginas foram pensadas para que a leitura se torne mais agradável e ágil. As fotos ganharam um destaque maior e aos textos foram agrupados elementos de fácil visualização como informações numéricas ou frases relevantes em destaque, o chamado “olho”. Os textos também estão mais diretos, mas não menos informativos. Os conteúdos de opinião receberam tratamento especial. Agora, as reflexões dos colunistas estão no alto das páginas, uma vez que sempre despertam grande interesse e repercussão. Não só as colunas de opinião, mas também as sociais Insight, Patrícia, Higininho (no Artes), assim como as colunas Comer Bem (assinada por Sonia Machiavelli); Da Cozinha (por Adriana Ribeiro) e Painel (de Valdes Rodrigues) - todas três publicadas na edição de domingo - foram repaginadas e ficaram mais bonitas e de leitura mais agradável e ágil. “O jornal precisava mostrar uma cara nova. Vivemos em um mundo onde se comunicar de forma mais imediata é importante. Acredito que este novo projeto gráfico tenha alcançado esse propósito”, disse Sonia Machiavelli, editora e presidente do Conselho Consultivo do GCN.
Capa
Ao folhear o Comércio, o leitor vai degustar inúmeras novidades, que já começam na capa. O jornal assume o nome pelo qual é carinhosamente tratado pelos leitores e o traz em letras garrafais na primeira página: COMÉRCIO. Afinal, é dessa maneira que os leitores se referem ao jornal. Claro que o “da Franca” continua existindo, uma vez que a cidade origem do jornal é um dos seus grandes motes e orgulho. O cuidado com essa mudança foi tão grande, que o jornal adquiriu uma tipologia exclusiva para usar nas letras que formam a palavra Comércio.
No caderno Local, que traz as notícias do cotidiano de Franca e região, estreia o espaço Tô Puto, por meio do qual os leitores poderão fazer reclamações contra produtos e serviços públicos e privados. Com relação aos leitores, o jornal decidiu também ampliar de todas as maneiras seu espaço de expressão. Nessa mesma página, também está maior a área dedicada à publicação das Cartas do Leitor. “Recebemos dezenas por dia, que são publicadas no portal GCN, mas a limitação de espaço do jornal era um entrave para enriquecer as discussões sobre os mais variados temas. Agora, o espaço cresceu”, disse a editora-chefe do Comércio, Joelma Ospedal.
Outra novidade do caderno Local é a página de serviços. “Ela contém um mapa com o clima de Franca e cidades da região, localização de radares, horários de ônibus, resultado das loterias, informações sobre concursos..., enfim, uma página recheada de informações rápidas e relevantes, porque o maior objetivo do Comércio é ser cada vez mais útil ao leitor”, disse Joelma, lembrando que o caderno tem outras novidades, como a cara da página de necrológios e comunicados fúnebres, que ficou mais organizada, e o Roteiro da Semana que está ainda mais bonito e informativo. “O Comércio da Franca faz um jornalismo dinâmico, moderno e combativo. Não só precisava, como merecia um lay out novo que acompanhasse esse espírito e valorizasse a cobertura diária desta equipe de mais de 60 profissionais dedicados à produção jornalística”, disse Joelma.
Gás novo
Todas as outras editorias também ganharam gás novo. O Artes volta a oferecer a coluna Dicas de Português, do professor Everton de Paula, o que atende ao pedido de muitos leitores. O caderno também passa a dedicar maior espaço à coluna Canal1, do jornalista Flávio Ricco, que traz novidades sobre A TV. O Esporte foi reformulado e ganhou páginas especiais para valorizar a cobertura fotográfica dos eventos esportivos. O Brasil também está mais completo. O quadro Indicadores Financeiros foi ampliado e traz mais informações precisas para o leitor. Os Classificados também ganharam um plus. As capas desse caderno das edições de domingo foram remodeladas e ganharam mais espaços para notícias curtas.
Entre os suplementos especiais, o tradicional Caderno de Domingo foi rebatizado. Agora se chama simplesmente DOM.. Ele continua voltado para o universo do entretenimento, mas dando novo enfoque às imagens e ao prazer da leitura. O Nossas Letras, que traz a produção literária de escritores de Franca e região, está mais moderno e ficou especialmente atraente à leitura.
Outra novidade deste projeto foi reservada para os leitores mirins. O Clubinho tem espaços novos e valorizou os antigos. Além disso, agora o caderno tem uma mascote, criada para despertar o interesse da garotada pela leitura. É a Marara, uma ararinha simpática e descolada, que passará dicas de leitura e curiosidades para as crianças. “Ela aparecerá em várias páginas com informações sobre diversos assuntos e vai ajudar a valorizar as coberturas que fazemos especialmente para o caderno”, disse Sonia Machiavelli, também editora do Clubinho.
Além da Cases i Associats, empresa da Espanha, e da Soft-data, da Argentina, a equipe de profissionais do GCN - editores, designers e técnicos em informática - , se uniram para que o novo Comércio nascesse. Esse não foi um processo muito fácil. Demandou meses de trabalho, curso específico, discussões e muita dedicação. “A nova dinâmica afetou muito nossas rotinas”, disse Fernando Calixto, um dos designers do jornal. “Com a chegada do novo projeto, passamos por uma fase de adaptação. Vários testes foram feitos para que o novo desenho funcionasse. Dessa forma, trabalhamos concomitantemente com a edição do dia e com os testes da nova edição. Além disso, fizemos até cursos para aprender a dominar os novos programas”, disse ele.
O grande desafio desses profissionais foi fazer com que o desenho (disposição dos elementos nas páginas, como texto, imagens, gráficos e etc) projetado pela Cases pudesse ser desenvolvido pelos programas tecnológicos da Soft-data, como explica o gerente de tecnologia do GCN, Thiago Henrique Comparini. “A dificuldade foi fazer com que o desenho desse novo projeto se adequasse à tecnologia que utilizamos. Existe toda uma programação por trás do processo para que o sistema editorial entenda o desenho das páginas. Não foi fácil. Mas conseguimos”, disse ele.
Os trabalhos que couberam ao GCN, no entanto, não se restringiram ao campo operacional. Os funcionários se envolveram profundamente nas mudanças, alertando sobre as necessidade dos leitores, da redação, sugerindo alterações e soluções. “Fui a reuniões em São Paulo, participei de discussões, realização de testes, aprovações e reprovações de ideias, enfim, entrei de cabeça”, disse o editor do Núcleo de Projetos Especiais do GCN, Leandro Ferreira. “Pesquisei sobre jornais do mundo inteiro para observar tendências e ajudar a criar um jornal mais dinâmico, ágil e com conteúdo melhor explorado. Todo o esforço valeu à pena. Tenho a sensação de dever cumprido porque o jornal está lindo e funcional”, disse ele, resumindo o sentimento de toda a equipe do Comércio.
“Se comunicar de forma imediata é importante. Acredito que o novo projeto tenha alcançado esse propósito”,
Sonia Machiavelli, presidente do Conselho Consultivo
“O Comércio faz um jornalismo moderno e combativo. Merecia um lay out que acompanhasse esse espírito”
Joelma Ospedal, editora-chefe do Comércio
“O novo projeto confere ao visual do Comércio o mesmo grau de excelência do conteúdo do jornal”
Luciano Tortaro, editor de Local
“O Comércio, um jornal que está rumo ao centenário, ficou mais clean, bonito, dinâmico e moderno”
Nelise Luques, editora de Domingo
“Projeto moderno, segue a tendência da imprensa mundial e vai conquistar ainda mais os leitores”
Sidnei Ribeiro, editor de Brasil
“Pesquisamos, discutimos, testamos... Temos a sensação de dever cumprido: o jornal está lindo”
Leandro Ferreira, editor do Núcleo de Projetos Especiais
“O novo projeto deixou o jornal mais atraente à leitura e possibilita uma proximidade maior entre jornal e leitor”
Patrícia Paim, editora-assistente
“Temos um melhor aproveitamento das fotos, o que aumenta nossa responsabilidade. O leitor sai ganhando”
Wilker Maia, fotógrafo
“O ‘novo’ Comércio ficou muito bonito, mais leve, com mais informações e, portanto, mais útil para o leitor”
Fernando Calixto, designer
“O jornal ficou mais moderno e o novo desenho dá o destaque devido aos assuntos mais importantes do dia”
Felipe Cavalieri, repórter de Local
“As fotos têm mais destaques o que aproxima mais a notícia do leitor. O novo layout do jornal ficou incrivel”
Cassiano Lazarini, fotógrafo
“Gostei muito da nova cara do jornal. E creio que maior volume de fotos, quadros e artes vai agradar ao leitor”
Vinícius Maia, repórter de Esporte
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