A história do lápis começa em 1761, na Alemanha, com uma família chamada Faber. Mas será que antes disso não havia lápis? É uma pergunta que o leitor poderá se fazer. Lápis como temos hoje não havia. Havia pena e tinta para escre-ver. Também pós coloridos que se misturavam a tintas usadas por pintores. Lápis de grafite, só a partir da data acima começou a ser vendido. Havia o número 1 e o número 2. Com eles várias gerações aprenderam a es-crever.
Com 251 anos de existência, a trajetória da fábrica Faber-Castell se confunde com a própria história e evolução do lápis. Mas esse instrumento de escrita foi inventado anos antes desta data. Os primeiros lápis eram talhados a mão, artesanalmente. Cortava-se a madeira e esculpia-se o talho para servir de apoio para o grafite puro. Nestes tempos remotos, os usuários de lápis eram, especialmente, carpinteiros e artistas. No século XVII, um destes marceneiros, chamado Kaspar Faber (1730-1783), inventou o lápis como o conhecemos hoje. Com o passar do tempo, desenvolveu-se uma mistura de pó de grafite com barro úmido. Ela era modelada em forma de filetes, em seguida queimados e embebidos em óleo ou cera para ficarem firmes.
Atualmente, os lápis são trabalhados a partir de tabuinhas de madeira, sendo que cada par de tabuinhas produz até dez lápis convencionais. A mina (o pedaço de grafite que fica dentro do cilindro de madeira) de grafite é feita com a mistura de argila e pó de grafite. A argila é responsável pela resistência da mina. O pó de grafite completa o volume e define o grau de preto. Há muitos tipos de lápis a partir dessa combinação: traços mais macios e escuros ou finos e claros, por exemplo. Veja na ilustração.
O formato do lápis também sofreu avanços ao longo do tempo. Hoje existem cortes transversal, hexagonal, triangular e redondo, além de tamanhos especiais, como o lápis Jumbo da Faber-Castell (para crianças na fase de pré-escola) com diâmetro maior, formato ideal para mãozinhas pequenas.
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