Eles acompanham o dia-a-dia da cidade, sempre correndo atrás da notícia, da informação correta e isenta, do furo de reportagem. Com a missão - e a paixão - de contar boas histórias, os 18 repórteres do Comércio formam um time e tanto. Normalmente anônimos, uma vez que o destaque é sempre dado ao fato, hoje eles também são notícia e dividem com os leitores um pouco de suas histórias, realizações e sonhos. Com vocês, os nossos repórteres.
PATRÍCIA PAIM
A repórter Patrícia Paim ingressou no Comércio da Franca há dez anos, quando a redação ainda era na rua Ouvidor Freire, no Centro. Formada em jornalismo pela Universidade de Uberaba (MG), inicialmente trabalhou na editoria de Local. Depois assumiu a página de região e passou a cobrir mais de 20 cidades vizinhas a Franca.
Como a economia da região é fortemente baseada na agricultura, foi a campo para retratar a realidade dos catadores de café que percorrem quilômetros para conseguir trabalho nas lavouras da região. Nasceu dessa forma a reportagem mais trabalhosa, mas ao mesmo tempo, mais gratificante da carreira de Patrícia. Ela acompanhou o retorno dos catadores para a Bahia e ficou uma semana naquela região. O resultado foi uma série de sete reportagens. As matérias receberam menção honrosa da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) e ficou entre as três melhores do Prêmio Embratel. Atualmente Patrícia faz parte do Núcleo de Projetos Especiais e ainda é responsável pela produção de reportagens para os suplementos de Imóveis e Empregos e pelo Roteiro, publicado aos sábados.

PAULO RICARDO
Paulo Ricardo Campoi Martins tem 22 anos e é estagiário da redação do GCN, onde está há um ano e quatro meses. Estudante do 4º ano de Comunicação Social na Unifran (Universidade de Franca), escolheu ser jornalista depois de conhecer o trabalho de grandes profissionais que contavam suas histórias de uma maneira diferente.
Nascido em São Paulo, passou parte da infância e juventude em Pedregulho e hoje mora em Franca, cidade onde sonha fazer carreira.
No Comércio, Paulo já foi estagiário do Caderno de Esportes e hoje é um dos repórteres da editoria Se Liga. Escreve matérias sobre baladas, saúde, tecnologia e comportamento. Por ser uma página jovem, o aspirante a jornalista usa criatividade para dar um toque diferente às reportagens e tem conseguido um diferencial nos textos que produz.
Uma das matéria que achou mais interessante produzir foi sobre o uso do Instagran. O aplicativo de tratamento de fotos que hoje caiu no gosto popular era desconhecido da moçada e Paulo pôde traduzir para o jornal as principais dicas para o uso. “Quase ninguém sabia do que se tratava e quando a matéria foi publicada, muitas pessoas recorreram a ela para finalmente aprender sobre o aplicativo.”
PRISCILLA SALES
Uma das repórteres mais experientes do Comércio da Franca, Priscilla Sales começou a carreira em 1999, como revisora de textos, cargo já extinto na redação. Formada em Direito pela Unesp, logo assumiu uma vaga de repórter. Em 2001, foi responsável pela cobertura dos escândalos que culminaram com a intervenção da Santa Casa de Franca. Um ano depois, assumiu o cargo de editora-assistente. Em 2005, novamente como repórter, seu trabalho ganhou repercussão nacional com a cobertura do caso Jeck Brenner, um garoto à época com cinco anos cujo pai anunciou que pediria sua eutanásia na Justiça. No mesmo ano, a jornalista deixou o Comércio para se dedicar à filha recém-nascida. Nove meses depois, retornou à equipe e assumiu o cargo de chefe de reportagem, que ocupou por quatro anos. Depois assumiu a editoria do Caderno Local, que só deixou em março do ano passado para realizar o sonho de voltar a escrever. Neste ano, com a reportagem “Paraguai despeja mais de 5 milhões de pares de calçados irregularmente no Brasil”, ganhou o Prêmio CNI de Jornalismo.

SAMUEL SANTOS
Samuel Santos tem 23 anos e é natural de Batatais. Há dez meses mudou para Franca para realizar o sonho de trabalhar em um jornal diário. Formado em jorna-lismo pela Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto), diz que se apaixonou pela profissão ainda adolescente. Aos 14 anos, Samuel escrevia suas primeiras matérias para um jornal da escola. No Comércio da Franca desde setembro de 2011, traba-lhou inicialmente na editoria Local. Hoje está na editoria de Polícia e se diz realizado com o trabalho. “A gente precisa aprender a lidar com a dor das pessoas e ao mesmo tempo passar uma informação isenta e correta.”
TARISSA ESTEVES
VINÍCIUS MAIAA escolha pelo jornalismo surgiu dentro de casa, por intermédio de seu pai, que é locutor de rádio, apresentador e repórter de TV. “Tive o privilégio de acompanhá-lo em diversas ocasiões em seu trabalho. Meu pai foi a minha fonte inspiradora.”
No jornal, trabalha atualmente no Caderno de Esportes, mas já teve passagem pelo Local. Na cobertura esportiva, Vinícius diz que a saída do técnico Hélio Rubens Garcia do comando do Franca Basquete foi uma das matérias mais marcantes. “Por se tratar de um ícone do esporte, Hélio Rubens é referência nacional, com uma carreira bastante vitoriosa dedicada ao basquete. Foi importante fazer essa matéria.” Durante dois meses atuou na editoria de Local e acompanhou o cotidiano da cidade, porém não se desligou das competições esportivas participando de coberturas como comentarista da rádio Difusora.
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