Por trás da notícia - parte 1


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Eles acompanham o dia-a-dia da cidade, sempre correndo atrás da notícia, da informação correta e isenta, do furo de reportagem. Com a missão - e a paixão - de contar boas histórias, os 18 repórteres do Comércio formam um time e tanto. Normalmente anônimos, uma vez que o destaque é sempre dado ao fato, hoje eles também são notícia e dividem com os leitores um pouco de suas histórias, realizações e sonhos. Com vocês, os nossos repórteres.

ADRIANO PEREIRA

Natural de Porto Alegre (RS), o repórter Adriano Silveira Pereira tem 32 anos e desde pequeno sempre preferiu a escrita aos números. Formou-se em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS) em 2009. Antes de integrar a equipe do GCN Comunicação trabalhou como repórter, foi assessor de imprensa de um político e produtor e editor de vídeo em diferentes veículos, inclusive na RBSTV, afiliada da Rede Globo.
Considera, porém ,como uma das maiores experiências da carreira a viajem que realizou durante três meses pela Europa para conhecer as histórias e culturas de países como a França e a Itália. O tour ocorreu em 2010.
De volta ao Brasil ainda trabalhou como assistente de redes sociais no Rio de Janeiro. Também teve passagem por Jaú, no interior do Estado de São Paulo.
Repórter do Comércio da Franca desde maio deste ano, espera criar raízes na cidade e realizar grandes reportagens. “Quero adotar Franca como minha cidade, por isso meu tempo tem sido de muito esforço e dedicação para a realização de boas matérias”. 

ALINE FAIAN

Formada há oito anos pela Unaerp (Universidade de Ribeirão Preto), a repórter Aline Faian é natural de Jaboticabal (SP). Aos 31 anos, entrou para a equipe do GCN Comunicação, na qual está desde fevereiro de 2012. Optou pelo jornalismo por ser observadora, gostar de ouvir histórias e escrever sobre elas.
Sua cobertura que considera mais marcante ocorreu em março, quando os Correios blindaram e impediram o contato da imprensa com a funcionária Lorelai Oliveira Telini Rosa, testemunha-chave no processo em que o juiz de Direito José Rodrigues Arimatéa, responsável pela Vara do Júri, Execuções Criminais e da Infância e Juventude, acusa o promotor Paulo Borges de ter postado cartas anônimas com denúncias forjadas de nepotismo.
No GCN, a repórter se identifica com matérias de política, meio ambiente e administração pública. Para ela, “o retorno dos leitores é o reconhecimento de que o papel de jornalista foi desempenhado com precisão, uma vez que a mensagem foi transmitida, assimilada e repercutida.”
Antes de integrar a redação do Comércio da Franca, Aline foi produtora e repórter de TV e assessora de imprensa de prefeituras do interior do Estado. 

 

ANA CATARINA PREBILL

Ana Catarina Prebill é repórter do Núcleo de Projetos Especiais e escreve para as revistas editadas pelo GCN Comunicação. A repórter foi contratada há 3 anos e, inicialmente, assinou a coluna Insight, função que desempenhou por um ano. Além das revistas, assina matérias nas edições de domingo do jornal, mantém um blog sobre saúde - o emdiacomabalanca.wordpress.com - e escreve para cadernos especiais. Tem 27 anos e é natural de Santa Rita do Passa Quatro (SP). Formou-se em Comunicação Social em 2007, no Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino, em São João da Boa Vista.
Optou pela carreira por amar a arte de se comunicar e por enxergar na carreira uma maneira de trabalhar com algo que mexesse com a vida das pessoas, sem ter que manter uma rotina monótona. Entre as centenas de matérias que escreveu, a preferida foi “Região Radical”, que traçou um roteiro das cidades com potencial para turismo de aventura. 

 

DANIEL RODRIGUES

O radialista Daniel Rodrigues iniciou sua carreira no rádio francano em 1988. Nascido em Franca e há mais de dez anos na Rádio Difusora, Daniel, que tem hoje 40 anos, atua na reportagem policial. Ele apresenta o programa Balakubako, que vai ao ar de segunda a sábado às 5 horas da manhã. Multimídia, Daniel faz também cobertura policial para o Comércio da Franca.
Entre suas coberturas mais marcantes, destaca o crime que ficou conhecido como chacina da Ouvidor Freire, ocorrida em 24 de outubro de 2008; e a perseguição policial à quadrilha que assaltou caixas eletrônicos em Patrocínio Paulista e trocou tiros com a polícia no Jardim Elimar, em Franca.
Acredita que o retorno dos ouvintes e leitores é o que o motiva a continuar traba-lhando cada vez mais na profissão que lhe dá tanto prazer.
Em seus momentos de lazer, Daniel Rodrigues gosta de passar o tempo com a família.

 

EDSON ARANTES

O repórter Edson Arantes tem 40 anos e nasceu em Caldas (MG). Considera que ser jornalista é um dom, por isso desde muito novo optou por trabalhar com comunicação. Começou a carreira pelo rádio e depois migrou para o impresso, onde completará 12 anos ininterruptos no Comércio.
No jornal, passou por praticamente todas as editorias. Escreveu para o Caderno de Esportes (cobriu a derrota da Francana para o Marília por 3 a 0, em 2002). Foi repórter policial por quatro anos e cobriu grandes tragédias, como os acidentes envolvendo o ônibus de estudantes da Unifran e da perua Kombi da Apae. Ambos aconteceram na Curva da Morte em Rifaina e deixaram quase 30 mortos. Também acompanhou toda toda a saga envolvendo a advogada Adriana Teline, desde o pedido de prisão, passando pela fuga, até a condenação. Atualmente, escreve sobre política e mantém uma coluna sobre o assunto toda quinta-feira. “O retorno dos leitores e internautas é muito gratificante e nos move na luta pela notícia”. 

FERNANDA TESTA

A repórter Fernanda Testa, tem 26 anos, é natural de Ribeirão Preto, mas cresceu em Batatais. Cursou jornalismo na Unesp de Bauru e é mestre em gestão da comunicação em TV digital pela mesma universidade. Está há um ano e dois meses na redação integrada do Comércio da Franca, e nesse período já passou pelas editorias de Artes e Local, onde trabalha atualmente na apuração de matérias de cotidiano.
Apaixonada pela profissão, gosta de conhecer pessoas e suas histórias para, sempre que possível, colocá-las no papel. Não sabe dizer ao certo porque escolheu o jorna-lismo, mas não se vê em outra carreira que não tenha ligação direta com comunicação.
Acredita que a relação com os colegas de GCN Comunicação é quase um laço fami-liar, em razão do trabalho em equipe e das horas dedicadas ao ofício. Fora da redação, gosta de ir ao cinema, ler livros e ouvir música. Fernanda é perseguidora de festivais de rock n’ roll e amante de viagens. O que ela espera do amanhã? “Somente que não seja mais um dia como todos os outros”.

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